ACOMPANHE-NOS     Campo Grande News no Facebook Campo Grande News no X Campo Grande News no Instagram Campo Grande News no TikTok Campo Grande News no Youtube
OUTUBRO, DOMINGO  25    CAMPO GRANDE 24º

Cidades

MPT mantém canal para receber denúncias sobre assédio eleitoral

Atuação busca assegurar a liberdade de escolha dos trabalhadores

Por Aline dos Santos | 25/10/2026 06:57
MPT mantém canal para receber denúncias sobre assédio eleitoral
Cartilha foi distribuída para orientar sobre o assédio eleitoral. (Foto: Divulgação)

O MPT (Ministério Público do Trabalho) mantém plantão para atender ocorrências relacionadas a possíveis práticas de assédio eleitoral.

RESUMO

Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!

O Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso do Sul mantém plantão para receber denúncias de assédio eleitoral, que ocorre quando trabalhadores sofrem pressão ou ameaça por suas preferências políticas. O canal funciona 24 horas no site www.prt24.mpt.mp.br/servicos/denuncias. Até 22 de outubro, foram 29 denúncias no Estado, ante 11 até o primeiro turno. Segundo a procuradora-chefe Cândice Arosio, os casos seguem sendo apurados após a votação.

A atuação busca assegurar a liberdade de escolha dos trabalhadores, que não podem sofrer pressões, constrangimentos ou ameaças no ambiente de trabalho em razão de suas preferências políticas ou de seu voto.

 O canal de denúncias da instituição ficará disponível 24 horas. As denúncias podem ser encaminhadas aqui.

Na reta final das eleições, o MPT registrou aumento expressivo nas denúncias de assédio eleitoral. Até 22 de outubro, foram contabilizadas 29 denúncias no Estado, contra 11 registradas até o primeiro turno, realizado em 4 de outubro. O crescimento foi de 136%.

O recebimento de denúncias não se encerra com o fim da votação ou de determinado turno eleitoral. “O MPT continua recebendo denúncias mesmo após o encerramento da eleição ou de um turno específico. A atuação do órgão não se limita ao dia da votação, pois é necessário apurar as situações relatadas e adotar as medidas cabíveis quando constatadas irregularidades”, afirma procuradora-chefe do MPT-MS, Cândice Arosio.