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Campo Grande, Terça-feira, 14 de Agosto de 2018

19/04/2011 07:34

Acusado de apedrejar jovem se apresenta e confessa o crime em Itaporã

Vivianne Nunes
Adriano Gomes da Costa, 22 anos, confessou ter apedrejado a ex-mulher em Itaporã (Foto:Antonio Carlos Ferrari)Adriano Gomes da Costa, 22 anos, confessou ter apedrejado a ex-mulher em Itaporã (Foto:Antonio Carlos Ferrari)

O homem acusado de atacar com pedradas a ex companheira no município de Itaporã (MS) se apresentou na tarde de ontem à polícia e confessou o crime. Gláucia Mariara Dias Munhoz, 19 anos, viveu maritalmente com ele por nove meses, mas o relacionamento chegou ao fim e Adriano Gomes da Costa, 22 anos, não aceitava a condição. Ele fez várias ameaças a jovem antes de levá-la até um matagal em um terreno baldio e ataca-la com pedradas no rosto.

Segundo informações do delegado Winstom Ramão Albres Garcia, relatos de familiares revelam que Adriano teria dito a irmã da vítima que Gláucia tinha três opções: voltar a viver com ele, ir ao cemitério ou viver com o rosto desfigurado. E foi o que ele fez quando a atingiu com golpes no rosto.

O crime ocorreu no domingo e a jovem chegou a ser levada para o hospital da Vida, mas por falta de leitos na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) acabou sendo transferida em estado grave para o Hospital Evangélico, em Dourados.

Adriano contou à polícia que teria visto a jovem abraçada com outro homem, o que fez com que perdesse a cabeça. Preso, ele se diz arrependido e fala que amava muito a mulher que ele mesmo atacou brutalmente.

O autor confesso do crime diz ainda que não estava separado da moça. Em depoimento ele afirmou à polícia que os dois não estavam efetivamente juntos porque a mãe da moça não aprovava o relacionamento, mas que eles estavam ‘namorando escondidos’.

O agressor de Gláucia diz ainda que não usou de força para leva-la até o local onde ela foi atacada, que ela foi sozinha porque os dois estavam conversando no entanto, uma testemunha afirma que ela sentia muito medo do ex-marido e pedia que não a deixassem sozinha com ele. A testemunha diz ainda que Gláucia havia dito que se algo acontecesse com ela seria ele o culpado e pedia que cuidassem da filha, uma criança de um ano e dez meses.

Estado de saúde - No hospital Evangélico, a informação é de que o quadro dela continua considerado gravíssimo. Gláucia teve afundamento de crânio, respira com a ajuda de aparelhos e não há perspectiva de evolução do quadro clínico.

Os familiares também prestaram depoimento na manhã de ontem à polícia e confirmaram que a jovem viveu momentos ruins ao lado de Adriano, que era violento e a ameaçou várias vezes. Os relatos indicam ainda que na semana passada ele estava muito alterado.

Adriano já responde inquérito policial por outro homicídio. Recentemente ele matou um possível ‘desafeto’.

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Enquanto a policia prender e a justiça soltar vai continuar assim,eu ja tive na familia um caso de violencia contra uma pessoa proxima a mim e nunca deu nada o cara batia a menina não queria nada com o marginal,era feito a denucia ele ia para a delegacia, o juiz chamava mandava pagar cesta basica quando encontra a menina agredia de novo,fazia exame de corpo delito e nunca ficou preso sempre assim até acontecer a morte da mulher,o nosso caso teve um final feliz para nós.
 
aparecido souza em 19/04/2011 10:39:10
Até quando as murelhes vão sofrer violência sem que ninguem faz nada, nenhuma providencia séria está sendo tomada em relação a isso, tudo no mundo evoluiu, mas com relação as mulheres ainda vivemos na idade da pedra. Aonde se enquadra esse caso na Lei Maria da Penha?
 
NEUZA CAMARGO em 19/04/2011 09:09:52
Até quando teremos que ler esse tipo de notícia!! Sabemos que é dificil para o Estado cuidar de tudo mas, se houve uma denúncia, o Poder Público tem que fazer alguma coisa antes que o pior aconteça (como muitos casos já acontecidos). Senhores Deputados e Senadores, vocês são pagos para fazerem as Leis. Trabalhem!!
 
Jorge Junior em 19/04/2011 01:13:51
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