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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

15/05/2012 17:37

Amamsul diz que tempo de carreira justifica patrimônio de magistrados

Wendell Reis e Fabiano Arruda

Desembargadores afirmam desconhecer investigações do CNJ

CNJ investiga patrimônio de cinco desembargadores do TJ/MSCNJ investiga patrimônio de cinco desembargadores do TJ/MS

O presidente da Amamsul (Associação dos Magistrados de Mato Grosso do Sul), juiz Olivar Coneglian, declarou ao Campo Grande News que não acredita em irregularidades na renda dos desembargadores do TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Olivar entende que a renda dos investigados pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) é compatível com a dos desembargadores, com exceção de um deles, que já tinha renda antes da magistratura.

O presidente da Amamsul afirma que os desembargadores do TJ/MS não foram notificados sobre a investigação, o que coloca em cheque o caso. Ele compara a situação a de alguém que está sendo processado mesmo sem a existência do processo. Olivar alega ainda que a Amamsul enviou um ofício ao CNJ para saber se a investigação é verdadeira e se o processo existe, mas não recebeu resposta.

O TJ/MS divulgou uma nota informando que os desembargadores de Mato Grosso do Sul não têm conhecimento oficial ou extraoficial da sindicância do CNJ, que estaria investigando os desembargadores Claudionor Miguel Abss Duarte, Paulo Alfeu Puccinelli, João Carlos Brandes Garcia, Joenildo de Souza Chaves e Marilza Lúcia Fortes.

Segundo reportagem do Jornal Folha de São Paulo, o CNJ investiga os desembargadores por suspeitarem de que tenham patrimônio incompatível com a renda. A investigação inclui parentes dos magistrados. Todavia, eles sustentam que não foram intimados oficialmente para responder aos questionamentos e às evoluções patrimoniais.

A nota do TJ/MS diz que os desembargadores desconhecem as incongruências nas declarações de bens e alegam que anualmente prestam todas as informações fiscais e patrimoniais à Receita Federal, por meio da Declaração de Imposto de Renda. Os desembargadores ainda prometem prestar esclarecimentos sobre o assunto.



NOSSA! Que bom que o presidente da Amamsul, juiz Olivar Coneglian, declarou que não acredita em irregularidades na renda dos desembargadores do TJ/MS. Agora fico bem mais tranquilo! Coitadinhos dos desembagadores investigados. Que injustiça investigar a vida financeira deles. Afinal, não temos nenhum caso de corrupção no país! E nem avisaram os pobres que estavam sendo investigados?! Oh! Que dó!
 
Sidinei Barbosa em 16/05/2012 12:19:11
Mais nós nunca vimos alguma investigação seja a quem for, ser avisada antes, porquê teria que avisar somente uma pequena parte de funcionário? Todo aquele que recebe salário proveniente de ompostos pago pelo povo, é funcionário público e a Lei é uma só para todos; a menos que exista dois Brasil.
 
luiz alves em 16/05/2012 07:23:30
Um deles citado tem duas fazenda no pantanal com média de 9 mil hectares cada uma, uma esta com os filhos e a outra e do própio, não estou dizendo que isto é ilícito, más o salário apesar de muito bom não dá para isto.
 
jorge ferreira em 15/05/2012 07:40:34
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