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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

31/10/2011 19:00

Apreensão de cigarro nas estradas de MS passa de 2 milhões de pacotes

Fabiano Arruda
Quantidade de pacotes de cigarros apreendidos neste ano já supera os números de 2010. (Foto: João Garrigó)Quantidade de pacotes de cigarros apreendidos neste ano já supera os números de 2010. (Foto: João Garrigó)

O número de pacotes de cigarros contrabandeados nas estradas que cortam Mato Grosso do Sul totaliza 2.023.097 até outubro, segundo dados da PMRE (Polícia Militar Rodoviária Estadual) e PRF (Polícia Rodoviária Federal).

Só as apreensões da PRF contabilizam 1.938.018 até este mês, contra 943.595 de todo o ano passado.

As apreensões da PMRE, contabilizadas até o último dia 26, totalizam 85.889 pacotes. A maior parte delas ocorreu na base de Ponta Porã, onde os policiais apreenderam até agora 52,2 mil pacotes.

Segundo informações da assessoria de comunicação da PRF, o alto número de apreensões do produto neste ano ocorre por conta da intensificação ostensiva proporcionada pela Operação Sentinela, que combate o contrabando, sobretudo, na região de fronteira.

Nos últimos 15 dias as operações contra o contrabando do produto mostraram números altos em Mato Grosso do Sul.

No último dia 22, policiais rodoviários federais flagraram comboio com 13 veículos carregados de cigarros, na BR-463, em Ponta Porã, onde foram apreendidos 12 mil pacotes do produto.

Dois dias antes, a corporação utilizou até helicóptero em ação que estourou um depósito de cigarros contrabandeados em Caracol, fronteira com o Paraguai. Foram apreendidos 845 caixas de cigarros.

Também neste mês, operação da Polícia Militar em conjunto com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), contra quadrilha de contrabando de cigarros, cumpriu 24 mandados de prisão e 29 de busca e apreensão em Naviraí, Eldorado, Iguatemi, Itaquiraí, Mundo Novo, Amambai, Sete Quedas, Batayporã e Campo Grande.

A ação descobriu que o grupo tinha apoio logístico de policiais militares.

A operação, que teve investigações iniciadas em outubro do ano passado, foi batizada de “Fumus Malus”, ou Fumo do Mal, e é sequência da Operação Holambra.



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