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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

11/08/2010 09:47

Banco genético de MS começa a receber dados em setembro

Redação

No final do próximo mês o banco genético implantado Instituto de Análises Laboratoriais Forenses da Coordenadoria-Geral de Perícias já vai começar a ser alimentado com dados, segundo a Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública).

O banco, criado oficialmente por decreto publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, é interligado com redes de outros estados. Vai reunir perfis coletados a partir de amostras deixadas em locais de crime e em vítimas sexuais.

A partir da formação e instalação do banco de dados estadual começa a sincronização de informações com os dados inseridos no mesmo sistema em outros estados brasileiros. "Então nós colocaremos as informações obtidas nos nossos laboratórios e o mesmo acontece nos laboratórios de outras unidades do País. Se for necessário fazer uma busca mais avançada será possível sincronizar nossas informações com as de outros estados", esclarece a a diretora do Ialf, perita criminal Josemirtes Fonseca.

A formação do banco de dados e a sincronização acontece da seguinte maneira: dois computadores ficam no instituto para a inserção dos perfis obtidos em laboratório. Após este processo o dado é enviado para o servidor regional que fica no administrador de redes do Estado, que envia a informação para o banco nacional.

Serão inseridas dois tipos de informações: vestígios em locais de crime e em vítimas sexuais. A perita Josemirtes diz que o novo sistema vai possibilitar um aprofundamento no trabalho policial de investigação. "Pode acontecer de um crime ocorrer aqui e o autor fugir para outro lugar. Se ele cometer um outro crime, vai deixar vestígios e isso pode ser comparado com os dados inseridos aqui no Estado".

Josemirtes lembra ainda que a partir da implantação do sistema em todos os estados do País, será possível integrar também, através da Interpol, ao banco de dados de perfis genéticos do FBI, que é o serviço de investigação norteamericano. O FBI também foi o responsável pela elaboração do sistema

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