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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

25/06/2012 08:21

Brasil acompanhará Argentina e Uruguai em decisões sobre Paraguai

Renata Giraldi, da Agência Brasil

O governo do Brasil acompanha atentamente os desdobramentos políticos no Paraguai, mas só tomará iniciativas em conjunto com a Argentina e o Uruguai. A exemplo da medida adotada ontem (24), que suspendeu o Paraguai do Mercosul (bloco econômico que reúne o Brasil, a Argentina, o Uruguai, Paraguai e mais seis parceiros), o Brasil sinaliza que não reconhecerá um Estado que desrespeita a ordem democrática.

Diplomatas que acompanham o processo político nas Américas analisam que deverá ser aberta uma via de negociação alternativa para as questões envolvendo as áreas de fronteira do Paraguai com o Brasil, a Argentina e o Uruguai. Suspenso do Mercosul, o Paraguai precisará manter o diálogo com os vizinhos e uma das possibilidades será uma via alternativa.

Os diplomatas avaliam ainda que a suspensão do Paraguai valerá apenas durante o período em que o novo presidente, Federico Franco, estiver no poder, pois haverá somente a reunião de cúpula nos dias 28 e 29, além de mais uma no fim do ano. Em seguida, em abril, serão realizadas eleições presidenciais no Paraguai.

Às vésperas da votação do impeachment do ex-presidente Fernando Lugo até a conclusão do processo, o governo do Brasil insistiu sobre a necessidade de conceder espaço e tempo à defesa. Para as autoridades brasileiras, há suspeitas sobre a forma como o processo foi conduzido, principalmente pelo curto espaço de tempo. Em menos de 24 horas, houve a aprovação do impeachment.

Anteontem (23), a presidenta Dilma Rousseff convocou uma reunião para discutir o assunto. Foram chamados os ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores), Celso Amorim (Defesa) e Edison Lobão (Minas e Energia), além do assessor especial para Assuntos Interncionais, Marco Aurélio Garcia.

Ao final, foi emitida uma nota condenando o processo de impeachment de Lugo no Paraguai. Porém, o governo brasileiro esclarece que não pretende impor sanções nem restrições ao país vizinho. Nas ruas de Asssunção, capital paraguaia, os paraguaios temem por eventuais medidas do Brasil contra o paí



O Brasil quer interferir na democracia del Paraguai, porque nao conhece o verdadeiro Fernando Lugo , que apoia los Carperos, Campesinos , EPP, e usa la maquina publica para sustentar sus " 18 hijos ". por isso quem vê de fora vem pouca coisa por cima do muro....
 
TIAGO MARCELOD em 25/06/2012 12:36:06
E quando o Fernando Color foi retirado do poder pelos políticos brasileiros?
 
Gilberto Ozuna em 25/06/2012 09:28:54
O Brasil estranha a rapidez no julgamento de Lugo porque aqui quando se trata de julgar político o processo sempre acaba em pizza, demora tanto que acaba prescrevendo. Veja o caso mensalão, até hoje ainda sem solução no STF. Os EUA já reconheceu o novo governo do Paraguay. Portanto caso encerrado, não vamos arranjar encrenca com nossos vizinhos, que diga de passagem, bons vizinhos!
 
ademir gomes em 25/06/2012 09:07:21
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