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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

16/03/2012 19:23

Acordo sobre pagamento com dinheiro em coletivos pode ser revisto, diz Assetur

Jeozadaque Garcia

O TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado no ano passado entre MPE (Ministério Público Estadual), Prefeitura de Campo Grande e empresas concessionárias do transporte coletivo, que trata sobre o pagamento com dinheiro nos ônibus, poderá ser revisto.

Segundo o presidente da Assetur (Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano), João Resende, o Termo abre brechas, já que possibilita apenas ao “absolutamente desavisado” pagar a tarifa com dinheiro.

“O TAC parte do pressuposto de que o povo é honesto. O usuário pode pagar no dinheiro, mas sabe que há uma orientação para pagar no cartão para evitar assaltos”, comenta.

O TAC foi firmado com o objetivo de tirar o dinheiro dos ônibus, como medida para coibir a ação de bandidos. Ele prevê o fim de dinheiro nos ônibus de forma gradual.

“Podemos sugerir uma melhora na redação e aprimorar de acordo com a nossa realidade. Sentimos boa fé em todas as partes”, garante.

Nesta quinta-feira, a advogada Vanda Aparecida de Paula, de 40 anos, procurou a Polícia Civil e denunciou a recusa de um motorista de ônibus em receber dinheiro como pagamento da passagem.

Segundo Resende, a advogada era cliente e sempre pagava a tarifa com cartão. O motorista já a conhecia e tentou dialogar, insistindo para ela não usar dinheiro. Alguns clientes, inclusive, teriam se oferecido para pagar a tarifa, o que foi recusado pela advogada, ainda de acordo com o diretor da Assetur.

“O motorista é orientado a nunca deixar de transportar o usuário. Ele ficou até supreso quando a mulher insistiu em pagar no dinheiro. É um caso isolado, mas que preocupa”, continua.

Desde agosto do ano passado o cartão da Assetur é utilizado como forma de pagamento. No mês passado somente o cartão passou a ser aceito. A iniciativa foi feita para reduzir os assaltos que aconteciam diariamente nos coletivos.

A Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) e Assetur registraram diminuição nos assaltos. Nessa quinta-feira (15), a cidade completou 18 dias sem registro deste tipo de ocorrência.



Real. Moeda de curso legal e obrigatório. Compete à União legislar sobre tal tema. Nao pode uma prefeitura municipal instituir um cartao de usuário como forma legal e de uso obrigatório. O caos em segurança jamais pode justificar um erro maior.
 
Jose alves em 18/03/2012 01:27:35
Salvador-BA, preço do ônibus coletivo é R$1,50. A conservaçaõ dos ônibus assemelham a nossa, porém a frequência nas linhas é excelente enquanto a nossa deixa muito a desejar.
 
Ezio Jose em 17/03/2012 12:55:32
Outrossim, é triste saber que nossa passagem custa o olho da cara para usarmos ônibus velhos caindo os pedaços. Em Curitiba-PR a passagem passou a valer R$1,60 desde o dia 05 deste mês e nos domingos e feriados tem um preço especial que cai para um real. em algumas linhas. A frequências de ônibus nas linhas é de dar inveja e sem contar que os veículos são novos.
 
Ezio Jose em 17/03/2012 12:53:41
Os problemas maiores quanto ao uso do cartão é a falta de postos de vendas disponíveis nos fins de semanas e feriados e, sem contar, com os devidos cartões à venda e não somente a placa de vendas; dispositivos recarregadores funcionando corretamente para não passarmos pelo constrangimento de recarregar o cartão e os créditos demorarem uma manhã toda para valer.
 
Ezio Jose em 17/03/2012 12:48:54
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