Homem é preso por vender medicamentos emagrecedores pela internet
Suspeito foi alvo de busca e apreensão e confessou comércio ilegal dos remédios do Paraguai
A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira (26), um homem de 30 anos, suspeito de vender medicamentos emagrecedores proibidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), em Miranda. A ação foi realizada por intermédio da Delegacia de Polícia do município a 208 quilômetros da Capital, que cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do investigado.
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Um homem de 30 anos foi preso em Miranda, Mato Grosso do Sul, por comercializar medicamentos emagrecedores proibidos pela Anvisa. A prisão ocorreu após denúncias ao Ministério Público sobre a venda de produtos contendo tirzepatida, das marcas Lipoless e TG, inclusive através das redes sociais. Durante busca na residência do suspeito, a polícia apreendeu frascos de medicamentos emagrecedores, substâncias anabolizantes e materiais para aplicação. O homem confessou o crime e foi detido com base no artigo 273 do Código Penal, que trata da falsificação e adulteração de produtos medicinais.
Conforme a Polícia Civil, a investigação teve início após denúncias anônimas encaminhadas ao Ministério Público de Miranda, relatando a venda indiscriminada de medicamentos contendo a substância tirzepatida, composta nos produtos das marcas Lipoless e TG. Conforme apurado, os medicamentos estavam sendo anunciados inclusive em redes sociais.
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Durante as diligências, a Polícia Civil representou pela expedição de mandado de busca e apreensão no endereço do suspeito que foi cumprido na manhã de ontem. Na casa do homem, os policiais apreenderam quatro frascos do medicamento Lipoless, dois frascos de TG, três frascos da substância esteroide anabolizante Drostanolona, além de agulhas e seringas.
Questionado, o homem confirmou a propriedade dos produtos e admitiu que estava realizando a comercialização. Ele recebeu voz de prisão pelo crime previsto no artigo 273 do Código Penal, que trata de falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, sendo encaminhado à delegacia para os procedimentos cabíveis.
A Polícia Civil alerta que a compra de medicamentos sem procedência e sem licença da autoridade sanitária competente pode causar sérios problemas de saúde, inclusive levar à morte. Segundo a corporação, essas substâncias entram clandestinamente no país e não há garantia de armazenamento adequado ou controle de qualidade. O acompanhamento médico para o uso desse tipo de medicamento é essencial para a preservação da saúde e da própria vida.
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