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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

16/03/2011 12:59

Água jorra em obra há 1 semana e desperdício provoca indignação

Ricardo Campos Jr.

Líquido escorre da reforma do CEM

 Água jorra em obra há 1 semana e desperdício provoca indignação

Água que escorre de dentro das obras de reforma do CEM (Centro de Especialidades Médicas), da rede municipal de saúde, encharca a calçada da travessa Guia Lopes há quase 1 semana.

Por entre as frestas das contenções de madeira é possível observar que o líquido sai em grande quantidade de duas mangueiras e corre pelas sarjetas em direção à rua 14 de Julho, tomando rumo incerto.

O motorista Valdir Viana, 55 anos, foi ao CEM pela manhã e se deparou com o problema. “É um desperdício. Está um rio de água ali”, comenta indignado com a situação de desperdício que presenciou.

Água sai em grandes quantidades de duas mangueiras deixadas no local. (Foto: João Garrigó)Água sai em grandes quantidades de duas mangueiras deixadas no local. (Foto: João Garrigó)

Para ele, não importa a causa do problema o importante seria fazer o aproveitamento. “Está tendo uma obra. Usasse essa água para misturar cimento ou concreto, usar na limpeza (do CEM), armazenar. Da dó ver água tratada jorrando”, reclama o motorista.

A dona de um restaurante localizado em frente ao local, que preferiu não se identificar com medo de perder clientes que por ventura trabalham na obra, conta que desde antes do carnaval já tinha observado o problema e perguntou pessoalmente aos funcionários da obra sobre as causas e ouviu a respeito de uma mina d’água encontrada no local e ainda assim acredita que poderia ser evitado.

“Tantos lugares faltando e a gente vendo essa água escorrendo o tempo todo. Pelo menos na limpeza do prédio poderia ser usada”, disse a dona do restaurante.

O Campo Grande News conversou com funcionários da empresa que cuida da reforma. O responsável pela equipe disse que ao quebrar um piso no local a água começou a jorrar e afirmou que a quantidade do líquido desperdiçado já foi bem maior. “Estava bem pior”, disse o trabalhador.

Ao ser questionado sobre possíveis soluções para evitar o desperdício, explica que não é possível estocar a água. “Não temos onde guardar e nem proteger”.

O responsável pela equipe disse ainda, que apesar de a água vir do subsolo do CEM, não há riscos de comprometimento da estrutura do prédio.

O Campo Grande News tentou contato com a assessoria de imprensa da prefeitura de Campo Grande por volta das 13 horas para tratar do assunto mas ninguém atendeu.



Acho que deve ser visto com critério antes de criticar a prefeitura é rigida não desperdiçaria agua da forma em que alguns comentarios coloca.
 
JAFAR FARES em 16/03/2011 11:36:25
Que absurdo! Casos como esse revoltam a população que, infelizmente, fica de mãos atadas frente à grandiosidade do problema. A água é um bem tão precioso! Cadê as autoridades de Campo Grande??? Quando um pobre coitado deixa de pagar sua conta de água por não reunir condições financeiras, as providências não tardam a aparecer. Agora quando se trata de resolver um problema dessa amplitude, cadê as autoridades responsáveis??? Onde fica a urgência??? Tá escondida, com medo de aparecer... Fica o meu GRITO de indignação, junto com o protesto engolido de uma população consciente e de braços amarrados!
 
Ana Paula Almeida em 16/03/2011 05:56:55
Quanta preguiça de ler, vocês já viram que a matéria foi corrigida e que a assessoria informou que a água é de lençol freático, e não de cano? Será que tudo nessa cidade é culpa da prefeitura?! http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/prefeitura-afirma-que-agua-jorrando-em-obra-vem-de-lencol-freatico
 
Vanusa Moreira em 16/03/2011 05:56:01
A Águas Guaririoba tem a responssabilidade de fazer reparo até o cavalete, mas por se tratar de iniciativa pública o lugar, eles tiham que fazer o serviço mesmo sendo dentro do estabelecimento.
 
Erotoldo Batista Mecklain em 16/03/2011 04:49:14
Se o nosso pais fosse unido, poderiamos fazer uma paralização durante 2 dias ninguem usa carro ou abastece...sabe ou parar de abastecer em postos de galosila de bandeira BR(petrobras)..eu acho que isso ajudaria porque, eles venden o alcool para outros paises por R$0,35 centavos e a população basileira que também consome milhões de litros, pagam R$2,08, isso é ridiculo para um pais que quer entrar na listas de paises mais desenvolvidos..
 
Jose leonardo em 16/03/2011 04:44:51
ISSO PORQUE É OBRA DA PREFEITURA, SE FOSSE PARTICULAR JÁ TINHA SIDO MULTADA, QUANTO A USAR PARA LIMPEZA, SÓ SE FOR EM OUTRO LUGAR POIS O CEM ESTÁ TOMADO DE BARATAS E OUTROS INSETOS POR FALTA DE HIGIENE.
 
MAXIMILIANO NAHAS em 16/03/2011 04:36:18
É Águas! Para "fiscalizar" os lacres dos medidores de água da população vocês são rápidos, assim como para aumentar o índice de reajuste. Agora para realizarem o que vocês têm como principal objetivo... bom, aí é outra história...
 
CHRISTOPHER PINHO FERRO SCAPINELLI em 16/03/2011 04:06:31
Ora, não tem uma mina d'agua embaixo do CEM, mais sim uma mina de ouro, imagina cancelarem o contrato com a Aguas Guariroba e aproveitar essa água no abastecimento do prédio, a economia para a prefeitura seria significativa ja pensaram nisso, ou vão continuar desperdiçando.
 
Oswaldo Junior em 16/03/2011 03:06:52
Vergonha a Agua acabando e os bonitinhos ai desperdiçando...
 
Felipe Lucero em 16/03/2011 03:06:33
Vai ver tão fugindo da Pulissa q tá pegando os lambaris do jogo do bicho. Por isso .
 
Orlando Lero em 16/03/2011 02:30:50
Não é desperdício uma vez que não é água tratada, ele continuará seu ciclo caindo na rede pluvial e seguindo para os córregos. Um cidadão falou na reportagem sobre usá-la no concreto. Poderia sim, mas não todo o volume de água, e o excedente? Quem garante que eles não estão fazendo tudo isso (usando na limpeza e na fabricação do concreto)? Isso aí pode ser o que excedente... Fora que a Águas iria querer cobrar se começassem a utilizar essa água, já vi problemas assim onde a fiscalização da empresa foi averiguar porque o consumo de uma obra havia reduzido tanto, e era porque os funcionários, ao escavar um bloco, encontraram várias minas e bombeavam a água pra encher as caixas de água para o concreto, o excedente era jogado na rede pluvial. Mesmo assim a Águas queria cobrar, só não deu tempo de fazerem isso porque a obra terminou e a mina foi "extinta". É o que vai acontecer com essa, quando refizerem o piso vão encher a vala com concreto seco e vão confinar o lençol aflorado.
 
Luiz Carlos Andrada em 16/03/2011 01:44:02
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