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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

23/12/2015 18:52

Após anúncios de venda, internautas anunciam compra de casas populares

Luana Rodrigues
Interessada sugere contrato de gaveta. (Foto: Reprodução/ Facebook)Interessada sugere contrato de gaveta. (Foto: Reprodução/ Facebook)

Após moradores denunciarem o comércio de casas populares do Programa Minha Casa Minha Vida, no Portal Caiobá, em Campo Grande, na internet horas após a entrega das chaves, agora já tem gente anunciando que quer comprar os imóveis.

No post com foto feito na manhã de hoje(23), uma mulher diz que quer comprar casa no residencial e que paga em dinheiro. A interessada ainda deixa claro que aceita fazer "contrato de gaveta" e deixa um telefone para contato. O Campo Grande News tentou entrar em contato com a mulher, mas ela não atendeu as ligações.

Somente nesta terça-feira(22) 810 casas foram entregues no Residencial Celina Jallad. Horas depois da entrega das chaves aos proprietários, os imóveis, que tem investimentos dos governos Municipal, Estadual e Federal, estavam sedo oferecidos pela internet, principalmente nas redes sociais em grupos de compras, vendas e trocas, com preços de R$ 10 mil a R$ 13 mil.

Nos posts as casas são descritas como “novas” e tem a foto semelhante às moradias do Residencial Celina Jallad. Não é possível determinar se a casa em questão é recém entregue, ou se pertence a uma fase anterior do programa em Campo Grande entregue esse ano.

A Caixa Econômica Federal informou ontem ao Campo Grande News, que os imóveis pertencentes a Faixa I do programa Minha Casa Minha Vida, cujos beneficiários tem até R$ 1,6 mil de renda mensal, não podem comercializar as casas antes do término do prazo de financiamento que é de dez anos.

O gerente regional da Caixa Econômica Federal em Mato Grosso do Sul, Ubiratan Chaves, explicou que, se o banco comprovar a denúncia de venda irregular, pode pedir a reintegração de posse do imóvel por quebra de contrato e repassar a outra pessoa que aguarda na fila das agências municipal ou estadual de habitação.

Consequentemente, o comprador é retirado e o vendedor fica impedido de participar de qualquer outro programa governamental de habitação. Chaves disse ainda que a Caixa já entrou com vários pedidos de reintegração de posse e já venceu várias delas.

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