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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

16/12/2013 17:55

Artesãos denunciam apreensão de produtos e fecham Afonso Pena

Vinícius Squinelo e Zana Zaidan
Tumulto entre 14 e Afonso Pena, via foi fechada pelos artesãos e PM tenta negociar passagem dos carros (Foto: Cléber Gellio)Tumulto entre 14 e Afonso Pena, via foi fechada pelos artesãos e PM tenta negociar passagem dos carros (Foto: Cléber Gellio)

Um grupo de artesãos bloqueia neste momento a esquina da avenida Afonso Pena, com a rua 14 de Julho. Eles acusam fiscais da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) que, escoltados pela Guarda Municipal, apreenderam os produtos que estavam vendendo, e até bens pessoais. Há relatos de que a ação contou com guardas portando armas de fogo, ação ilegal.

O protesto reúne um grupo de 20 artesãos, e causou tumulto de aproximadamente 100 pessoas, entre populares e apoiadores da causa. O trânsito do Centro se transformuo em um verdadeiro caos nesta hora de rush. Além dos artesãos, o movimento recebe apoio de populares, que passavam pela via e aderiram ao protesto.

“Estamos nos sentindo roubado”, disparou Jeferson José, 54 anos, que comercializada na Praça Ary Coelho. “A praça é livre, não podem fazer isso com a gente”.

Os artesãos denunciaram que a ação da Semadur e da GM foi sem aviso. Eles alegam que os guardas municipais apontaram arma de fogo para conseguir apreender os produtos. Pela lei orgânica municipal, a GM campo-grandense não tem permissão para o porte de arma.

A Polícia Militar foi chamada e tenta negociar com os artesãos. O objetivo é que eles tenham acesso aos produtos apreendidos, que foram encaminhados para a sede da Semadur. O tático do 1º BPM (Batalhão da Polícia Militar) está no local dando apoio.

Não há relatos de confrontos ou qualquer tipo de violência durante o protesto.

O protesto, que aconteceu na hora do rush, deixou trânsito tumultuado na região do Centro (Foto: Cleber Gellio)O protesto, que aconteceu na hora do rush, deixou trânsito tumultuado na região do Centro (Foto: Cleber Gellio)
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esses governantes tem tomar vergonha na cara,porque cidades muito menores que a nossa tem espaço so pra arte em geral ,criaram o camelodromo pra vender essas bugigangas do paraguay que sao uns lixos porque nao pros artistas ,que tal a rodoviaria velha para agregar essas pessoas e revitalizar aquele espaço que muito feio um toque de arte vai ajudar e muito
 
JOAO BATISTA em 17/12/2013 10:29:41
falta de informação é triste... a guarda tem sim amparo legal, pode sim trabalhar armada, e os vendedores estes por força de lei é que não podem exercer seu comercio na praça inclusive vendedores nos terminais de ônibus, mas se não concordam devem reclamar na câmara dos vereadores ou na prefeitura e não contra a guarda, pelo amor de Deus informação certa nunca é de mais e evita transtornos.
 
aureliano sousa em 17/12/2013 10:06:41
A sociedade campo grandense ainda pensa que a guarda são os antigos voluntários que outrora compunham a guarda antiga, mas a situação bem como a lei mudou evoluiu e a guarda adquiriu amparo legal para sua atuação como policia municipal tendo assim poder de policia podendo atuar na fundada suspeita entre outras ações,... neste caso estes artesãos estão reclamando certo, mas no lugar errado eles estão proibidos por lei para exercer seu comercio na praça bem como os vendedores nos terminais de ônibus, então o mais sensato era eles reclamarem na câmara dos vereadores ou na prefeitura pois somente estes podem mudar a lei que esta em vigor atualmente, lembrando que a guarda, mesmo podendo trabalhar armada ainda trabalham seu o auxilio de armas de fogo então não houve excessos.
GM Aureliano.
 
aureliano sousa em 17/12/2013 09:34:07
Arte é cultura , e praças devem ser livres para mostrar e expressar talentos artísticos, como em outras cidades brasileiras , onde os governantes recebem e apoiam os artesoes que vivem o passam de visitas, com espaços reservados para mostrarem seus talentos, arte feita ao vivo, diferente de camelo . Devem ser tratados com respeito e admiração , não é justo e tao pouco educado , a forma que esses artistas foram tratados.
 
maria tereza gomes em 17/12/2013 02:24:06
Deixem os artesões ganharem seu dinheiro em paz. Isso ai deve ser jogada politica do "povo do paço". Ou seja, os comerciantes pressionam, e as autoridades municipais, sempre com a cola presa, cedem, ou melhor, agem visando apenas os interesses dos comerciantes. Deixem o povo trabalhar em paz.
 
Fernando Silva em 16/12/2013 21:41:58
esses camaradas hippies só querem saber dos direitos deles, vê se algum quer saber de cumprir com os deveres. " só vem a nós; vosso reino que é bom NADA"!!!
 
melry ricci em 16/12/2013 19:36:34
eu estava passando no momento do tumulto e não vi nenhum guarda armado, ao contrario, vi sim os hippies xingando os guardas e o pessoal da prefeitura. E outro eu trabalho próximo do local e todos os dias esses hippies estão ali sentados fumando maconha e atormentando nós trabalhadores que somos obrigados a passar por ali!!!!!
 
Rafael Ribeiro em 16/12/2013 19:31:44
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