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Campo Grande, Terça-feira, 17 de Setembro de 2019

28/08/2019 23:16

Atirador que matou homem na Nhanhá agiu com dois comparsas

De capacete, homem passou atirando, mas em seguida retornou e com a vítima caída na calçada, atirou mais vezes

Adriano Fernandes
Vítima morta na calçada da rua. (Foto: Direto das Ruas) Vítima morta na calçada da rua. (Foto: Direto das Ruas)

O atirador que executou Danilo de Souza Jesus, de 26 anos, no começo desta noite (28) desta quarta-feira (28) na Vila Nhanhá teria agido com o apoio de outros dois comparsas, segundo testemunhas do crime. À polícia, moradores da Rua Sol Nascente onde ocorreu o assassinato, relataram que o trio estava em um Fiat Uno.

De dentro do veículo o criminoso, que estava de capacete passou atirando em Danilo, mas logo em seguida os criminosos fizeram o retorno em uma esquina próxima. Os bandidos então pararam o veículo na rua, o atirador desceu e com a vítima caída na calçada ele atirou mais vezes. Em seguida o homem fugiu juntos aos outros criminosos.

Os tiros acertaram cabeça, abdômen, costa, entre outras partes do corpo de Danilo. Ao lado do corpo, os investigadores encontraram 14 cápsulas de um revolver, possivelmente calibre 380, conforme apurado pela reportagem. Um deles foi encontrado pela namorada da vítima em meio ao sangue na calçada.

À polícia a mulher comentou que Danilo era usuário de drogas e frequentemente, dizia estar sendo ameaçado de morte. Pouco antes do crime os dois estavam juntos em uma residência, quando o rapaz saiu do local de bicicleta. Cerca de 15 minutos depois, chegou a notícia de que ele havia sido executado.

Segundo ela, Danilo já teria sofrido outros dois atentados anteriores ao que resultou na sua morte e não apenas um, conforme havia informado à reportagem, uma outra testemunhas, no local do crime.

Ainda conforme apurado pela reportagem, depois de um dos atentados Danilo teria ido morar com familiares na Bahia, mas depois de alguns meses retornou para a Capital. Ele cumpria medida sócio educativa após ter sido preso com drogas no ano de 2016.

Policiais militares e do GOI (Grupo de Operações e Investigações) estiveram no local do homicídio. O Corpo de Bombeiros e o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) também foram acionados para a ocorrência.

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