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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

08/09/2014 08:03

Bloqueio na BR-262 continua e moradores exigem presença da Prefeitura

Aliny Mary Dias e Francisco Júnior
Moradores colocaram fogo em parte do bloqueio (Foto: Marcos Ermínio)Moradores colocaram fogo em parte do bloqueio (Foto: Marcos Ermínio)

A interdição dos dois sentidos da BR-262, que começou por volta das 6 horas desta segunda-feira (8), em dois pontos da rodovia, na saída para São Paulo, deve continuar até que representantes da Prefeitura de Campo Grande cheguem no local. Essa é a exigência dos cerca de 200 moradores da comunidade Cidade de Deus, no Dom Antônio Barbosa, que protestam por moradias.

Os manifestantes usam galhos, pneus e sofás para bloquear a rodovia. Alguns pneus foram incendiados, mas não houve intervenção para apagar o incêndio de pequenas proporções.

Os moradores afirmam que além da revolta com relação à pressão feita pelo MPE (Ministério Público Estadual) para que a Prefeitura despeje as famílias, os manifestantes também exigem a ligação de água a luz por parte das concessionárias.

O congestionamento continua aumentando nos dois sentidos da rodovia e equipe da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e da Polícia Militar acompanham a movimentação nos dois pontos de bloqueio, na saída para Terenos e São Paulo.

PRF e PM acompanham movimentação e manifestantes querem representantes da prefeitura (Foto: Marcos Ermínio)PRF e PM acompanham movimentação e manifestantes querem representantes da prefeitura (Foto: Marcos Ermínio)

Impasse – Um inquérito civil tramita na 29ª Promotoria de Patrimônio Público e Social sobre a ocupação irregular e furto de energia elétrica na área onde vivem as famílias. Reunião, em agosto, também envolveu setores de meio ambiente e defesa do consumidor.

Em julho, a concessionária de energia instalou sistema eletrônico no entorno da comunidade para coibir ligações clandestinas na rede elétrica, o “gato”, além de reduzir episódios de oscilação de energia.

Quanto ao despejo, o procurador-geral do município explica que, pela legislação, as pessoas que vivem na região não poderão ser beneficiadas por programas habitacionais.



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