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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

26/11/2011 12:46

Caminhada e serviços gratuitos orientam mulheres vítimas de violência

Paula Vitorino e Paula Maciulevicius

Durante a tarde serão oferecidos serviços gratuitos para as mulheres

Mulheres foram para a rua protestar contra a violência. (Foto: Simão Nogueira)Mulheres foram para a rua protestar contra a violência. (Foto: Simão Nogueira)

Cerca de 300 pessoas tomaram a via da Afonso Pena nesta manhã para protestar contra a violência doméstica as mulheres. Com faixas nas mãos, os participantes cantavam a música que é tema da mobilização “Rompendo o Silêncio – Um Basta na Violência Doméstica”.

A ação promovida pela Igreja Universal é em homenagem ao Dia Internacional Contra a Violência Doméstica – 25 de novembro.

O objetivo é chamar a atenção da sociedade sobre o problema e oferecer apoio as mulheres que são vítimas desse tipo de violência.

“Muitas mulheres sofrem algum tipo de abuso, mas ficam caladas. Com essa ação queremos evitar que mais vítimas fiquem caladas, pois só denunciando vamos conseguir acabar com essa violência”, frisa Cintia Ferraz, uma das organizadoras do evento.

A mobilização continua nesta tarde, a partir das 15h, com palestras e serviços gratuitos de orientação para as mulheres. Estão previstas palestras com a delegada titular da Delegacia da Mulher, Rosely Molina, a major da Polícia Militar, Sandra Alt e Valéria Silva, da secretária de políticas públicas da mulher.

Profissionais da área de psicologia, assistência social e advocacia também irão oferecer serviços de orientação para as mulheres.

A ação será na Igreja Universal da Avenida Mato Grosso, 921 – Centro.



Parabéns pela iniciativa da Igreja Universal do Reino de Deus. Eu sofri violência durante mais de vinte anos de casamento, não tinha a quem recorrer, a delegacia da mulher é mais recente, ia na comum, eles ficavam rindo e diziam. "Mulher de malandro, mais apanha mais gama" por isso desisti de reclamar, chorei muito, hoje não consigo ter outro relacionamento, o trauma psicológico é muito maior.
 
Neuci Augusta Fonseca em 27/11/2011 09:30:55
Eu estava nesta passeata as mulheres tem que falar não a violência, hoje as 15hs teremos palestra com Advogada, psicologo, policiais na Av. Mato Grosso 921 no Centro
 
Rafaela Muniz em 26/11/2011 12:55:34
Sou Policial Civil-Perito Papiloscopista, participei da passeata, para alertar as mulheres que são vitimas de "todo tipo de violencia: sexual, moral, constrangimento, etc".As vitimas tem que ROMPER o SILENCIO, e dar o grito....pedir socorro...denunciar..levar ao conhecimento das autoridades competentes, só assim "nós policiais poderemos agir na forma da lei".
 
Valdecí Batista Santos em 26/11/2011 02:04:48
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