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Capital

Com 70 servidores, fiscalização vai a 150 comércios e aborda 367 veículos

Estimativa feita pelo prefeito é de que de 300 pessoas passem a fiscalizar a partir de domingo (14)

Por Guilherme Correia | 11/03/2021 10:00
Pessoas são revistadas pela GCM na Capital (Foto: Divulgação)
Pessoas são revistadas pela GCM na Capital (Foto: Divulgação)

Entre a noite de ontem e madrugada de hoje, três operações visavam reduzir circulação de pessoas nas ruas de Campo Grande. Aproximadamente 70 servidores públicos, maior parte municipais, participaram das atividades, que também coibiram infrações de trânsito.

Em coletiva nesta semana, o prefeito da Capital, Marcos Trad (PSD), anunciou que a previsão é de que ao menos 300 pessoas participem diariamente de fiscalização do toque de recolher a partir de domingo (14), já que novo decreto estadual estipula maior rigor no controle da pandemia.

Uma das ações de ontem, que uniu GCM (Guarda Civil Metropolitana), Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), Agetran (Agência Municipal de Trânsito) e Vigilância Sanitária, pôs nas ruas 14 funcionários, entre guardas, fiscais ou agentes dessas instituições.

Conforme levantamento divulgado nesta manhã, 130 estabelecimentos comerciais foram orientados, e foram feitos um "boletim de orientação" e dois autos de infração de trânsito.

Apenas na fiscalização do tráfego, foram empenhados 12 servidores, entre guardas e agentes da Agetran e Detran (Departamento Estadual de Trânsito), que abordaram 367 veículos, entre motocicletas e carros.

Aconteceram infrações de recusa ao teste de etilômetro (9), direção sob efeito de álcool (2), direção sem CNH (Carteira Nacional de Habilitação), e condução de veículo com documentação vencida. No total, 11 carteiras foram recolhidas e dois automóveis removidos.

Por fim, apenas em relação ao toque de recolher, 45 guardas fiscalizaram 22 comércios e abordaram 60 indivíduos. O balancete também indica que foram feitas 134 ligações ao órgão, por meio do telefone 153, sendo que 17 eram denúncias de descumprimento do decreto 14.642 (toque de recolher).

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