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Campo Grande, Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018

17/12/2013 08:38

Com protesto em frente à Enersul, Agetran monitora trânsito em avenida

Aline dos Santos e Aliny Mary Dias
Funcionários cobram garantia de empregos na venda da Enersul.(Foto: Marcos Ermínio)Funcionários cobram garantia de empregos na venda da Enersul.(Foto: Marcos Ermínio)

Com protesto em frente à sede da Enersul, na avenida Gury Marques, saída para São Paulo, a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) monitora o fluxo de veículos próximo ao local. Os agentes de trânsito distribuíram cones pela avenida e orientam os condutores a reduzirem a velocidade.

Os funcionários da Enersul realizam paralisação de 48 horas, hoje e amanhã, para exigir que a venda da empresa para o grupo Energisa não resulte em demissões. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) analisa nesta terça-feira se aprova o plano da Energisa para assumir a Enersul e outras sete distribuidoras do Grupo Rede Energia.

Os grevistas trancaram com cadeados a sede da empresa e uma unidade na avenida Calógeras, Centro de Campo Grande. “Algumas cidades estão 100% paradas, como Dourados, Ponta Porã, Paranaíba, Aquidauana, Jardim e Corumbá”, afirma o presidente do Sinergia (Sindicato dos Eletricitários de Mato Grosso do Sul), Élvio Marcos Vargas.

Em Campo Grande, foi liberado o funcionamento do Call Center para prestar informações à população. A Enersul tem 1.080 funcionários e atende a 94,4% da população de Mato Grosso do Sul, num total de 2,4 milhões de habitantes.

O plano da Energisa prevê R$ 154 milhões a menos em investimentos do que a necessidade da Enersul. Além do compartilhamento de estrutura e recursos humanos



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