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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

04/02/2013 19:10

Com vigilantes em greve, lotéricas se recusam a receber pagamentos

Viviane Oliveira
Fila grande em um dos correspondentes bancários do Bradesco. (Foto: Rodrigo Pazinato)Fila grande em um dos correspondentes bancários do Bradesco. (Foto: Rodrigo Pazinato)
Cartaz no caixa diz que a lotérica não está recebendo contas e depósitos.  (Foto: Rodrigo Pazinato) Cartaz no caixa diz que a lotérica não está recebendo contas e depósitos. (Foto: Rodrigo Pazinato)

Com a greve dos vigilantes deflagrada na última sexta-feira (28), em Campo Grande, a maioria das casas lotéricas não está recebendo pagamentos e fazendo depósitos. Além disso, a maior parte das agências bancarias não abriu as portas e o serviço nos caixas eletrônicos ficou prejudicado.

Os funcionários das empresas de monitoramento eletrônico, segurança patrimonial, transporte de valores e abastecimento de caixas reivindicam adicional de 30% para risco de vida contra os 9% pagos atualmente. O sindicato da categoria atua em 45 municípios, num total de 6 mil funcionários.

Na tarde desta segunda-feira, quem tentou depositar nos Caixas Eletrônicos da Caixa Econômica Federal e nas lotéricas não conseguiram. Na Caixa da avenida 13 de Maio com a Candido Mariano só estavam sendo disponibilizadas notas de R$ 2, o restante havia acabado e não seria feita a reposição de mais cédulas, por causa da greve.

Na fila de uma casa lotérica, a cozinheira Maura Rodrigues, 47 anos, tentava fazer um depósito depois de não conseguir em uma agência. “Desde sexta-feira está assim. Eu concordo com a greve, acho que eles devem lutar pelo direito deles, porém quem sofre é sempre a população”, pontuou.

Compartilha da mesma opinião, o pastor e representante de vendas Cleydson Garcia Vasconcelos, 48 anos, que enfrentava uma fila quilométrica em um correspondente bancário do Banco do Bradesco.

“Preciso pagar a prestação do carro e uma conta de água que vai vencer hoje. Quanto a greve acho justo, os vigilantes têm que agir assim para chamar a atenção e fazer com que a greve traga resultados positivos para eles”, afirma.

De acordo com a funcionária de uma casa lotérica na rua 14 de Julho, Kelby Devicare, de 45 anos, as pessoas reclamam muito, mas infelizmente não tem como receber dinheiro se os transporte de valores não estão sendo feitos. “No dia de pagamento vai ser pior ainda. Na maioria das casas lotéricas só estão sendo feitos jogos”, finaliza.

Uma Lei federal impede que as agências bancárias funcionem sem a presença de seguranças. “Sem negociações, a greve não tem prazo para terminar”, afirma o presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Marcos Tabosa. 

Esta segunda-feira é o quarto dia de paralisação dos vigilantes que reivindicam o pagamento do novo adicional de periculosidade da categoria, que teve um reajuste para 30% desde o dia 10 de dezembro do ano passado. Conforme Tabosa, das 36 empresas, que utilizam o serviço dos vigilantes, apenas 3 pagam os 30%. 

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Renata castro, queria ver vc sem receber um direito seu por quase 2 meses, iria ficar quieta infelizmente no brasil so se resolve as coisas assim, nao estamos tentando resolver nada governamental mas sim leis que sao criadas e nunca entram em vigor, brasil esta em assim por que ninguem tem coragem pra lutar pelos seus direitos.
 
Humberto oliveira Bueno em 05/02/2013 16:30:38
A questão não de honestidade, esse é o nosso trabalho que ninguém da nossa querida sociedade respeita é muito menos da valor, só assim quando interfere no interece de cada um de nós cidadãoes, que percebemos o valor desses profissionais e muitos ainda criticam, a nossa manifestação que é pacifica e honesta também temos contas a paga e salario a receber e uma familia para sustentar. Tenha mais respeito essa classe representa milhões de brasileiros trabalhadores igual a vc, não o governo.
 
Everson Moraes em 05/02/2013 15:31:09
bando de inconsequentes! e como fica o trabalhador honesto que tem o azar de receber seu salário em cheque? tudo bem! concordo que se não estão satisfeitos, têm o direito de se manifestarem, protestar etc , mas será que tem cabimento a população ficar no prejuízo por causa de impasses entre uma classe e o governo?
 
RENATA CASTRO GARCIA em 05/02/2013 02:08:35
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