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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

05/03/2011 16:11

Córrego Prosa também transborda e invade Via Parque

Jorge Almoas
Água invadiu Via Parque, que se tranformou em imenso lamaçal (Foto: Rafael Ataide)Água invadiu Via Parque, que se tranformou em imenso lamaçal (Foto: Rafael Ataide)
Avenida virou rio, na avenida Via Parque.Avenida virou rio, na avenida Via Parque.

O córrego Prosa também transbordou e invadiu parte da Avenida Via Parque, em Campo Grande.

Um dos trechos está completamente tomado pela água e o trânsito foi impedido. A situação é semelhante a que aconteceu no ano passado, mas em proporção menor.

Desta vez, a água invadiu a pista na altura do Parque das Nações Indígenas e bloqueou o trânsito no sentido Afonso Pena/Parqeu do Sóter. Duas equipes da Agetran estão no local para orientar os motoristas.

No sentido bairro/Afonso Pena, ainda é possível passar, mas a água ameaça tomar toda a avenida.

Em 26 de fevereiro do ano passado, cena semelhante foi registrada na Via Parque, mas com a água bem acima do nível de hoje.

Naquele dia, também no fim da tarde, córregos transbordara e provocou a pior cheia que a cidade registrou nos últimos anos, com destruição do asfalto na avenida Ricardo Brandão e prejuízos aos motoristas e comerciantes em toda a região, da altura da Câmara Municipal, até o shopping Campo Grande.

No cruzamento da Via Parque com a Afonso Pena, carros foram levados pela enxurrada em 2010. Prédios de publicidade das contrutoras Plaenge e Klabin Segal também foram invadidos com a enxurrada. Até hoje a sede da Klabin está reduzida a destroços.

Os problemas levaram a prefeitura a intervir e obras foram realizadas ao longo do ano para conter as enchentes.

Neste sábado, a população sentiu bem menos. Em cerca de 30 minutos de chuva a avenida Via Parque foi tomada pela água em um dos sentidos, mas meia hora depois voltou ao normal.

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Isso mostra que os investimentos tiveram sua importância. Com essa chuvarada toda, a enchente poderia ter sido muito pior.
 
Gilberto Ramos em 07/03/2011 07:00:59
Cenário triste: reflexos da devastação ambiental? Natureza 8X0 Gestão Pública??? ou Culpa das forças divinas (estamos pecando demais!).
 
Cícero Roberto Lemos Castelluccio em 06/03/2011 11:15:14
Nossos administradores precisam se consciêntizar sobre os espaços físicos - ocupados e vazios - de Campo Grande, para que esta capital não se transforme rapidamente em metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro, lugares exemplos de trágicas ocorrências em tempos de chuvas. Cuidados com o meio ambiente, estudos sobre os tipos de solos, a preservação das margens dos rios, nascentes e vazantes são itens que devem fazer parte de suas agendas e de suas maiores preocupações. Nossa cidade é saudável ainda, apesar da falta de segurança nas ruas, do crescente números de crimes, do abandono de muitos bairros e vilas, da precariedade do atendimento em alguns postos de saúde, da falta de assistência social a muitas famílias pobres, do ensino não tão bom nas redes públicas e também dos salários defasados de muitas categorias de servidores públicos das esferas estadual e municipal.
 
INES ANDRADE DE ALENCAR RODRIGUES - Assessora da Fundação Mun. de Cultura em 06/03/2011 10:20:50
Morei por quarenta anos em Campo Grande-Ms., a minha inesquecível cidade morena e hoje morando à dez meses em Natal-Rn a cidade do Sol. É com muito aperto no coração que vejo isso a distância, via internete já que gosto de tomar banho de chuva e na ocasião estava tomando um gostoso banho de chuva e vi com meus próprios olhos o desespero do guarda da plaenge e dos carros rodando na av. Afonso Pena e a rua Gil de camilo antiga furnas. Mas acho que uma solução simples deveria ser tomada pelas autoridades govenamentais principalmente ao prefeito Drº. Nelsinho Trad. que diga de passagem já até fui consultado por ele nos meus trinta e pouco anos já que hoje tenho 59 anos. Bem deixemos as delongas prá lá e vamos a uma dica ou sugestão ao mesmo: Diga a Ele que faça uma boa dragagem no lago do parque das Nações Indígenas e aumente as alturas das contenções na Av., Nelly Martins, mãe da nossa saudosa Celina Jalad. Aquí ficam os abraços de um antigo morador do Bairro Cachoeira, com muitas saudades de minha cidade natal que é Corumbá e de minha inesquecível cidade morena e de uma grande felicidade após minha aposentadoria pela Enersul, e estar morando em Natal-RN.
 
Caio Augusto César de Oliveira em 06/03/2011 09:00:17
O Dr Prefeito tem mais um motivo pra mexer naquela região da cidade novamente, pois é ali que rende pra ele... Gostaria que ele fizesse uma obra que durasse pelo menos uns cinco anos, e enquanto isso ele pudesse ao menos destinar algumas migalhas para os bairros, já que faz tempo que ele não olha para a periferia. Provavelmente pq só compensa ir aos currais eleitorais nas vesperas de campanhas, aí ele "o Doutor", enquanto abraça crianças pobres, promete e inicia obras de asfalto, como as do Jd Noroeste. Um asfalto que inicia não se sabe onde e termina em lugar nenhum. O Asfalto das ruas Indianapolis e Vas de Caminnha, além de ser de péssima qualidade, não possui galerias para escoar as águas da chuva, sem contar que a obra teve inicio em julho do ano passado e até ontem não havia sido concluída. Doutor cria vergonha na cara e honre seus compromissos.
 
Nilson Cardoso em 06/03/2011 07:54:59
Olá Boa tarde,
Como venho falando desde 2008, todas as obras que a prefeitura vem fazendo em Campo Grande para combater enchentes são paliativas e ineficientes, e na época disse que as obras não durariam mais que um ano, e foi exatamente o que aconteceu, pois não faço previsão do futuro, mas sei das questões técnicas de drenagem urbana, e esses projetos da prefeitura para conter enchentes estão sendo feitos sem considerar muitos aspectos que são fundamentais. Infelizmente Campo Grande entrou em um feito dominó e todo ano na época de chuvas será assim como esse, isso só acabará se começarem a realizar os trabalhos de forma correta, o que acho muito difícil de acontecer.
 
Gustavo Ferreira de Souza em 06/03/2011 01:28:01
Obras maquiadas, "prá italiano ver" e engordar o "Risoto" nosso de cada dia. Nenhum planejamento. Nenhuma visão de futuro. Paga o pato Nelsinho.
 
Carlos Castro em 05/03/2011 04:49:12
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