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Capital

Defensor quer segredo de justiça em ação pelo assassinato de chargista

Defesa prévia foi apresentada em peça isolada do processo até que haja decisão

Por Aletheya Alves | 09/03/2021 14:15
Clarice com rosto coberto ao ir até delegacia no dia 24 de novembro. (Foto: Arquivo/Paulo Francis)
Clarice com rosto coberto ao ir até delegacia no dia 24 de novembro. (Foto: Arquivo/Paulo Francis)

Defesa de Clarice Silvestre de Azevedo, 44 anos, solicitou segredo de justiça em ação pelo assassinato do chargista Marcos Antônio Rosa Borges, de 54 anos. Enquanto não há resultado do pedido, a defesa prévia foi apresentada em peça isolada.

Conforme consta em processo, a defesa prévia foi apresentada na última quarta-feira (4) via e-mail. O defensor público Gustavo Henrique Pinheiro Silva pede que o documento só seja incluído aos autos do processo após deliberação sobre o pedido de sigilo.

Massagista, Clarice está presa desde 25 de novembro, acusada de homicídio triplamente qualificado por motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. A defesa prévia é aguardada para que sejam marcadas audiências de instrução, em que testemunhas e os réus sejam ouvidos.

Além da massagista, seu filho João Victor de Azevedo Leite, de 21 anos, também é réu pelo assassinato. João confessou ter ajudado a mãe a esquartejar o corpo de Marcos, colocar os pedaços em malas, abandonar em um terreno e atear fogo.

Até o dia 18 de fevereiro houve dificuldade para encontrar e notificar João Victor. A Justiça teve duas tentativas frustradas para que ele apresentasse defesa preliminar no processo.

Terreno em que restos mortais de chargista foram encontrados (Foto: Arquivo/Kísie Ainoã)
Terreno em que restos mortais de chargista foram encontrados (Foto: Arquivo/Kísie Ainoã)


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