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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

10/01/2013 13:11

Em nota, HR diz ter atendido de imediato mulher que morreu de dengue

Prefeitura vai abrir processo administrativo para apurar negligência no atendimento em posto de saúde

Paula Vitorino
Irmã e cunhado de Vanderléia mostram certidão de óbito. (Foto: Rodrigo Pazinato)Irmã e cunhado de Vanderléia mostram certidão de óbito. (Foto: Rodrigo Pazinato)

A direção do Hospital Regional de Campo Grande manifestou repúdio em relação à acusação da família da paciente Vanderléia de Souza Oliveira, 45 anos, que denunciou ao Campo Grande News negligência no atendimento.

A mulher morreu na segunda-feira (7) com diagnóstico de dengue, o primeiro caso de 2013. Na versão dos familiares, Vanderléia deu entrada por volta das 17h no pronto-socorro do Hospital e permaneceu sem atendimento até às 19h10, horário em que morreu.

Eles relatam que a mulher gritava de dor, mas os médicos alegavam que não podiam atender porque a paciente estava sem a documentação pessoal e prontuário médico, que ficaram na unidade de saúde do Vila Almeida após ela ser transferida pelo Samu.

Por meio de nota, o diretor-presidente Ronaldo Queiroz afirmou que Vanderléia chegou ao Hospital em estado gravíssimo, trazida pelo Samu, e foi “prontamente atendida pela equipe de profissionais do Hospital Regional”.

A direção ainda “lamenta veementemente a acusação dos familiares de demora no atendimento da paciente”.

Prefeitura – A família informou que irá entrar com ação contra o Estado, pelo atendimento negado no HR, e também contra a Prefeitura, já que os primeiros atendimentos foram feitos nas unidades de saúde.

Vanderléia foi atendida no sábado, medicada com analgésico e liberada para ir para casa. Na madrugada de segunda-feira a mulher piorou e foi levada para o posto em estado grave, mas só recebeu atendimento por volta das 14h.

A assessoria de imprensa da Prefeitura informou que será aberto processo administrativo para apurar se houve negligência no caso, no entanto, não informou quem serão os investigados ou se existe prazo para o procedimento.



Triste caso!! E vai morrer mais gente se os médicos continuarem receitando PARACETAMOL, pois é ele agrava a situação e podendo virar dengue hemorragica! Em caso de dengue não tome PARACETAMOL e nem remédios que contem acido acetil-salicilico (AAS), aspirina, enfim remédios que são metabolizados no fígado. Pois é onde a dengue mais atinge. Tomar complexo B inibe a picada de mosquitos! E tomar os cuidados na casa! Dengue mata mais que qualquer doença e exige cuidados. Mais atenção!!
 
joao belle em 10/01/2013 21:41:15
Lamento profundamente que um hospital desse porte desrespeite dessa forma a dor da família pois foi os próprios profissionais do hospital regional que nos disse que não poderia atende-la sem os documentos, aí seu filho voltou no posto da vila almeida para buscar os documentos e retornando ao hospital regional a mãe já tinha acabado de vir a óbito, em meio a essa espera ela ficou no corredor da emergência por volta de quase duas horas esperando atendimento.Tenho convicção no que digo pois o hospital não forneceu a certidão de óbito porque se eles deram atendimento?
se isso tivesse acontecido não teria do que reclamar pois eu teria certeza que ela foi atendida com dignidade o que não foi o caso.queremos justiça .
 
Gislaine oliveira de araújo em 10/01/2013 18:27:11
Essa família esta correta pois,ja tive o mesmo problema com minha mãe no posto da v.almeida. por ela não ter levado a carteirinha, e não ter o número do prontuario não quizeram atende-la.nós tinhamos ido a um passeio pro isso ela não tinha no momento que passou mal,mas mesmo assim o médico não quiz atende-la tivemos que voltar sem aumenos o médico olhar p/cara dela mesmo sendo uma idosa oque aconteceu com essa família pode ser verdade.
 
rosa amélia m abreu em 10/01/2013 15:03:39
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