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Capital

Escoltada pela PM, marcha percorre ruas pela legalização da maconha

Grupo de aproximadamente 70 pessoas se reuniu na região central de Campo Grande nesta quarta-feira (15)

Por Gustavo Bonotto e Alison Silva | 15/11/2023 18:19
De a pé e bicicleta, grupo atravessa a Rua 13 de Maio com cartazes que pedem a legalização da maconha. (Foto: Juliano Almeida)
De a pé e bicicleta, grupo atravessa a Rua 13 de Maio com cartazes que pedem a legalização da maconha. (Foto: Juliano Almeida)

Um grupo de aproximadamente 70 pessoas percorreu, na tarde desta quarta-feira (15), o perímetro central de Campo Grande a favor da legalização da maconha no Brasil. O encontro foi iniciado às 14h30, na Praça do Rádio Clube, e terminou na Esplanada Ferroviária, ao lado da Maria Fumaça.

Para Mariane Lopes, que faz parte da Associação Divina Flor, o encontro serviu para fazer com que a população entendesse os benefícios da cannabis medicinal.

“Estamos celebrando esse momento, hoje é o dia da cannabis medicinal. O debate está sendo positivo, várias pessoas estão nos cumprimentando, os tratamentos estão surtindo efeito. Sem legalizar, sem plantio, não tem como evoluirmos em todos os sentidos”, disse Lopes à reportagem.

Uma das organizadoras do evento, Mariane cita que o momento é de debate para a liberação de uso do cannabis. (Foto: Juliano Almeida)
Uma das organizadoras do evento, Mariane cita que o momento é de debate para a liberação de uso do cannabis. (Foto: Juliano Almeida)

Cantarolando frases como “maconha é natural, Rivotril é que faz mal”, e “latifúndio é uma vergonha, reforma agrária pra plantar maconha”, o grupo foi escoltado por uma viatura da PM (Polícia Militar).

Rosana Antunes, de 59 anos, pontuou que o uso da substância psicoativa traz benefícios para pacientes de diversos transtornos, como a epilepsia. “Em Campo Grande, a marcha da maconha é importante pelo uso medicinal da cannabis. Desde 2019 comecei a ver importância terapêutica, seja com tratamentos que são feitos via oral, com base em trabalhos científicos, processo ainda em fase inicial”.

Para a jornalista Ana Laura Menegat, 23 de idade, o estado é considerado conservador em relação ao uso da maconha. A jovem disse que a intenção da marcha em Campo Grande era atrair olhares para o uso medicinal da cannabis.

“Pedimos para que a galera não fumasse na marcha da maconha, por mais que essa seja uma prática recorrente em outros estados, Mato Grosso do Sul é um estado de coronel, muito conservador, o pedido era para que o pessoal não fumasse para defender a maconha medicinal, que salva tantas vidas e cura pessoas", disse.

Para ela, a proibição é uma das maneiras que fazem com que o narcotráfico se mantenha.

Viatura da Polícia Militar acompanha movimentação no Centro de Campo Grande. (Foto: Juliano Almeida)
Viatura da Polícia Militar acompanha movimentação no Centro de Campo Grande. (Foto: Juliano Almeida)

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