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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

17/12/2011 21:41

Suspeita de envolvimento alega que esposa da vítima mantinha caso com ela e outro homem

Wendell Reis

O 10º Batalhão da Polícia Militar prendeu três suspeitos de tentar matar um policial militar na madrugada deste sábado (17) em Campo Grande. A suspeita de atirar contra o policial, Cleide Velasques, 38 anos, foi encontrada em uma residência vizinha ao local do crime, no assentamento Santa Mônica.

Cleide relatou a Polícia que o crime teria sido arquitetado junto com a esposa do cabo e um homem conhecido como Paulão. A suspeita afirma que mantém relações sexuais com a esposa da vítima , que também teria um caso com Paulão. Segundo Cleide, a intenção é que ela ficaria com a casa da vítima e a esposa receberia uma pensão, assumindo um relacionamento com Paulão, com quem passaria a morar.

Segundo Cleide, a arma do crime, revólver calibre 32, foi entregue a Paulão, que após o crime ficaria com a pistola de propriedade do Estado e sob a responsabilidade do policial. A suspeita teria entrado no quarto da vítima, onde o mesmo dormia com a esposa, na noite de ontem (16), por volta das 23 horas, e efetuado seis disparos. Destes, três atingiram o rosto da vítima.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e o policial encaminhado a Santa Casa, onde passa bem. Por sorte, as munições não chegaram a perfurar o crânio e ficaram alojadas no rosto do cabo. Ele relatou a Polícia que procurou sua arma para reagir, mas não localizou onde costuma guardá-la. O cabo também não conseguiu reconhecer a possível autora e disse que não sabe o motivo do crime.

Cleide levou os policiais até um bambuzal nos fundos da casa de Paulão, onde estavam escondidas as duas armas e munições. Ela teria usado luvas cirúrgicas para efetuar os disparos. A esposa do policial nega a versão de Cleide e diz que não tem envolvimento com o crime. Ela diz que não acionou o Corpo de Bombeiros quando o crime ocorreu porque ficou com medo de ser atingida. Os três suspeitos foram encaminhados a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Piratininga.



É absurdo um crime dessa natureza, detalhe!!, com a partcipação direta da amásia e os amantes. Trata-se de transmudação (metamorfose) social, ou seja, há doravante ter medo dos "RICARDÕES", são eles que estão matando e não os "ENGANADOS", aforante o fato de estar dormindo com o INIMIGO.
 
Reinaldo Carlos Dias em 18/12/2011 10:50:00
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