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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

24/03/2015 18:27

Estudantes da UFMS denunciam ação da PM ao MPE e pregam “mudanças”

Michel Faustino
Comunicado está sendo divulgado nas redes sociais. (Foto: Reprodução/Facebook)Comunicado está sendo divulgado nas redes sociais. (Foto: Reprodução/Facebook)

Entidades ligadas a diversos cursos da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) decidiram se manifestar a respeito do episódio ocorrido na última sexta-feira (20) envolvendo acadêmicos e a Policia Militar no entorno da instituição. A ação dos militares virou motivo de denuncia encaminhada ao MPE (Ministério Público Estadual) nesta terça-feira (24). Apesar de considerarem a ação dos agentes "desnecessária", as representatividades reconhecem a “culpa” dos acadêmicos e pregam mudanças.

Em nota, as associações atléticas afirmam que no dia do ocorrido, acadêmicos de diversos cursos da UFMS e outras instituições estavam reunidos nos bares, como é de costume, ressaltando que tal pratica é tradicional e ocorre há anos, e até então nunca foi alvo de ações “dessas proporções”.

O documento contraria ainda informação divulgada pela Sejusp (Secretaria de Estado e Segurança Pública) de que os os acadêmicos foram orientados pelos militares para que deixassem a via.

“Não houve tentativa de diálogo por parte dos agentes policiais para com os acadêmicos, apenas para com os donos dos bares. Na tentativa de entender a presença do batalhão, três estudantes tomaram a iniciativa de procurá-los individualmente, ocasião na qual foi determinado que retirassem todos da via. A um deles foi dado o prazo de 20 segundos para dispersar cerca de 300 pessoas, sozinho, tempo claramente inviável para cumprir tal ordem”, justifica a nota.

Com isso, a utilização de gás lacrimogênio e gás pimenta por partes dos agentes mostrou-se desproporcional, excessiva e abusiva, vez que outros métodos não ofensivos poderiam ter sido utilizados.

O comunicado segue dizendo que, “as Associações Atléticas Acadêmicas prezam pela manutenção da ordem e exercício pleno do direito de todos, razão pela qual reconhecem que os estudantes que obstruíam a via de rolamento possuem parcela de culpa no acontecido. Entretanto, a ação policial, pelo que aqui foi exposto, mostrou-se claramente desproporcional”.

Em razão deste conflito, as entidades se propuseram a divulgar “massivamente” nas mídias sociais projetos de conscientização de nossos associados para evitar a aglomeração na via. Nossos dirigentes irão ainda, formar cordões de isolamento quando houver obstrução, a fim de conter os acadêmicos e orientá-los a posicionar-se nas calçadas.

“Buscaremos as autoridades públicas (Agetran, Secretaria de Segurança Pública e Semadur) e os moradores da região para que, com apoio do Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo (EMAU), encontremos soluções para este problema de mobilidade urbana que atinge não só os estudantes e motoristas, como também os moradores e sociedade em geral. Por fim, fica aqui o pedido às autoridades públicas para que abram um canal de diálogo conosco, que queremos apenas usufruir de um momento de lazer em paz, tendo nossos direitos garantidos sem afrontar os alheios”, encerra.

O vídeo abaixo mostra a ação dos policiais.

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O povo do comentário abaixo nunca foi universitário né! Na época deles, eles nunca beberam, nunca "fumaram maconha de tabela". Na época deles era perfeito, todo mundo era responsável, todo mundo era consciente, todo mundo era bom cidadão. Que inveja desse mundo maravilhoso que as pessoas viviam antes dos UNIVERSITÁRIOS destruirem a vida das pessoas de bem
 
Cyro Escobar Ribeiro Neto em 25/03/2015 12:02:41
Até as altas madrugadas acadêmicos fumando maconha e enchendo a cara. Sem falar que nas redondezas do morenão o sexo no motel-carro rola a solta. È isso que esses acadêmicos querem.

A ação da policia militar foi digna de elogios. Ninguém consegue dormir ou andar naquela rua. Sem falar no vandalismo. Criança recém nascida então, nem se fala. È preciso levar o bebezinho pra dormir na casa da avó quando esses jovens resolvem extrapolar os limites com som alto.

Fumar maconha por "tabela" é outra coisas que esses jovens proporcionam.

Pois bem, ali naquele mundo perverso que estará nossos futuros advogados, futuros médicos e veterinários, futuros dentistas e professores.
Como eles são de cara-de-pau

Não é atoa que o Brasil só piora, pois no berço da educação, nossos jovens estão perdidos.
 
WILLIAM em 25/03/2015 09:30:02
A MINHA SUGESTÃO À PM, É A SEGUINTE: QUANDO FOREM SOLICITADA PARA ATENDER OCORRÊNCIA QUE ENVOLVA UNIVERSITÁRIO, NÃO VÁ! DEIXE QUE SE RESOLVAM SOZINHOS,
QUANDO FOR COMERCIANTES QUE VENDEM BEBIDAS PARA UNIVERSITÁRIOS QUE SEJAM RESPONSABILIZADOS POR TUDO O QUE ACONTEÇA;
E QUE SE A POLICIA, SEJA ELA CIVIL, MILITAR OU FEDERAL, FOR ACIONADA PARA CONTER ESSES "BALADEIROS" QUE OS SENHORES PROMOTORES, PESSOAL DO MP E DEFENSORES DOS DH VÁ LÁ RESOLVER A BAGUNÇA!
UMA COISA É CERTA: UNIVERSITÁRIO NÃO É SANTINHO NÃO!
 
jary em 25/03/2015 09:28:07
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