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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

29/05/2011 14:00

Estudantes fazem passeata na terça-feira, Dia Mundial Sem Tabaco

Vanda Escalante

proposta é ampliar a lei estadual, proibindo o fumo também em locais públicos abertos.

A próxiam terça-feira, 31 de maio, é Dia Mundial Sem Tabaco. Para marcar a data, alunos e professores do Colégio Adventista de Campo Grande, em parceria com a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), organizam uma passeata na Avenida Afonso Pena, entre a Praça do Rádio Clube e a Praça Ari Coelho, a partir das 8 horas, aberta à participação popular.

“Queremos que as pessoas participem e venham conhecer nosso projeto, por ambientes totalmente livres da fumaça”, explica Waleska Mendoza, coordenadora do projeto pela UFMS. De acordo com ela, depois da passeata, na praça Ari Coelho, haverá explanação a respeito do projeto “Desperta MS! Lei antitabaco, verde, inteligente e sustentável já! Um direito de todos!”.

Desenvolvido desde 2007 no Campus Pantanal da UFMS, em Corumbá, o projeto chega este ano a Campo Grande propondo principalmente a ampliação da lei estadual antifumo. “A lei estadual está em desacordo com os tratados internacionais porque tem uma exceção, permitindo a existência de ambientes para fumantes nos locais públicos fechados. O ideal e expandir a proibição do fumo também para os locais públicos abertos, como praças e jardins”, explica a coordenadora Waleska.

Uma proposta para alteração da lei estadual será encaminhada à Assembleia Legislativa, onde os alunos vão estar reunidos na terça-feira, antes da passeata, portando faixas com o tema do projeto. Mais informações sobre o projeto e sobre a manifestação de terça-feira podem ser obtidas no Colégio Adventista, com a professora Luciane, pelo telefone 3386-2670.



Fico muito triste com a "caça às bruxas" que fazem aos fumantes. Primeiro porque quem realmente sofre com as mudanças são os fumantes, que uma vez vítimas do cigarro, não tem o amparo suficiente para que deixem de fumar. Outra por que vemos a nossa Constituição falir gradativamente, dia após dias, com exemplos palpáveis de discriminação. Afinal, todos não são iguais perante a lei? E por que não fazem locais livres do álcool, que é muito mais mortífero que o cigarro?
 
Guilherme Cavalcante em 30/05/2011 09:05:25
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