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Campo Grande, Sábado, 20 de Abril de 2019

15/02/2019 12:55

Fundesporte denunciará ao Conselho técnico de vôlei preso por estupro

Fundação era responsável pela seleção e acompanhamento dos alunos em duas unidades escolares da Rede Estadual de Ensino

Danielle Valentim e Viviane Oliveira

A Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul) fará uma denúncia formal ao Cref (Conselho Regional de Educação Física) contra um professor da rede estadual de ensino de 31 anos preso em flagrante, nesta quinta-feira (14), por estupro de um aluno de 16 anos.

O jovem estava em Campo Grande há dois meses para fazer parte de um projeto de treinamento esportivo. O Caso foi registrado na Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).

Ao Campo Grande News, a SED (Secretaria Municipal de Educação) informou que o profissional envolvido no caso fazia parte de um projeto de treinamento esportivo da Fundesporte.

A Fundação é responsável pela seleção e acompanhamento dos alunos em duas unidades escolares da Rede Estadual de Ensino.

A SED está ciente do ocorrido e a Fundesporte registrará a denúncia. A Secretaria de Educação não informou há quanto tempo o projeto existia, mas esclarece que após encerramento em novembro de 2018, não foi renovado para 2019.

Caso - Em depoimento, o adolescente contou que acordou por volta das 2 horas com o treinador já praticando o abuso. Assustado e com medo de reagir, ele não se mexeu. Minutos depois, o suspeito parou e deitou no colchão ao lado da cama da vítima e não falou nada.

O adolescente veio do interior do Estado para treinar no time de Campo Grande e por isso estava morando na casa do técnico há aproximadamente dois meses. Depois do abuso, ele ligou para a mãe e contou o que havia acontecido.

Segundo a Polícia Civil, a mulher pediu ajuda de um investigador da cidade em que mora e veio para Campo Grande. Aqui o policial civil pediu reforço a Polícia Militar e foi até a casa do suspeito. O treinador foi preso em flagrante e levado para a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente.

Lá, o suspeito confirmou o crime e afirmou que como o adolescente não reagiu, ele continuou o ato sexual. O caso é investigado como importunação sexual.

 



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