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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

21/10/2013 17:52

Garras prende acusados de tentar explodir caixas e assaltos a bancos

Zana Zaidan

Dois homens foram presos pelo Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros) acusados de tentar explodir dois caixas eletrônicos de uma agência bancária na avenida Eduardo Elias Zahran, em Campo Grande, no dia 23 de junho. Os caixas só não explodiram por causa do frio, e os explosivos desativados por policiais do Garras.

Claudenir Martins de Oliveira, 31 anos e Jaqueson Tales Martins Borges, 26, foram presos em flagrante no dia 30 de agosto, depois de assaltar uma mulher em frente à outra agência bancária, desta vez na Avenida Mascarenhas de Moraes. Eles serão apresentados amanhã (22) pela Polícia. 

Sobre a explosão do caixa eletrônico, imagens do circuito interno de câmeras da agência bancária foram solicitadas pela Polícia Civil, e mostram a ação de cinco homens. Quatro entraram no banco enquanto um o comparsa aguardava do lado de fora em um o Gol branco, furtado na noite anterior na Capital. O carro foi encontrado abandonado logo em seguida próximo ao estádio Morenão, e perícias realizadas no interior do veículo constataram a existência de impressões digitais de Claudemir no veículo.

Jaqueson foi encaminhado para presídio da Capital e, ao prestar esclarecimentos, confessou a autoria do roubo do veículo. Ele também apontou Claudenir como comparsa. Jaqueson negou porém, a participação na tentativa de roubo aos caixas eletrônicos, mas disse que tinha conhecimento do planejamento e execução do crime.

Todos os detalhes do roubo do Gol e da tentativa de explosão dos caixas eletrônicos foram repassados por Claudenir em depoimento. Ele ainda disse à polícia que o restante da quadrilha é de São Paulo e que os explosivos e armas utilizados na ação foram trazidos daquele Estado.

“O Claudenir alegou que o comparsa dele, especialista em explosivos disse que a baixa temperatura registrada naquele dia, afetou o funcionamento dos artefatos, motivo pelo qual não explodiram e pelo perigo da detonação foram abandonados dentro dos terminais bancários”, explica o delegado titular do Garras, Alberto Vieira Rossi.



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