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Campo Grande, Quarta-feira, 21 de Agosto de 2019

01/05/2019 17:52

Golpistas clonam WhatsApp e pedem dinheiro em nome do diretor da Funesp

Na segunda-feira, outras duas pessoas procuraram a polícia após golpistas clonarem o aplicativo e pedirem dinheiro em nome das vítimas

Adriano Fernandes
Rodrigo Terra, durante inauguração do Cefat (Centro de Formação de Atleta) em agosto do ano passado. (Foto: Marina Pacheco) Rodrigo Terra, durante inauguração do Cefat (Centro de Formação de Atleta) em agosto do ano passado. (Foto: Marina Pacheco)

O diretor-presidente da Funesp (Fundação Municipal de Esportes), Rodrigo Terra, teve o WhatsApp clonado nesta quarta-feira (01) em Campo Grande. Há dois dias outras duas pessoas também procuraram a polícia para denunciar o crime.

Assim como nos casos anteriores, os golpistas estão enviando mensagens aos contatos registrados no aplicativo, pedindo dinheiro em nome do diretor-presidente da fundação. 

À polícia, Terra disse que não faz ideia de quem possa ter clonado o seu WhatsApp e nem se algumas das pessoas contatadas já teriam depositado os valores pedidos pelos criminosos por mensagem.

O boletim de ocorrência por tentativa de estelionato, sobre o caso, foi registrado no final desta tarde (01) na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro. 

Outros casos – Somente durante a tarde da última segunda-feira (29), duas pessoas foram alvos dos golpistas. No primeiro caso, um homem de 47 anos recebeu uma mensagem de uma pessoa que se passou por funcionário de um site de anúncio de venda de veículos.

Ele disse que encontrou na página um anúncio em nome da vítima e que mandaria um código de confirmação para o celular do homem para que a oferta permanecesse no site. Logo após receber a mensagem com o código de confirmação, a vítima teve o WhatsApp clonado.

Em seguida, vários de seus contatos receberam mensagem de alguém se passando pelo homem solicitando dinheiro emprestado. Ainda segundo a ocorrência, nenhuma das solicitações de depósitos foram concluídas.

No segundo caso, um homem de 32 anos disse à polícia que também teve o WhatsAppclonado e, com seu número, o golpista estava pedindo que os contatos depositassem a quantia de R$ 600 para pagar um despachante. Conforme a ocorrência, um amigo da vítima chegou a depositar a quantia em uma conta fornecida pelo golpista.

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