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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

20/06/2013 20:00

Grupos se dividem e estimativa vai de 25 mil a 40 mil pessoas

Ângela Kempfer
Multidão na Afonso Pena em protesto desta quinta-feira. Multidão na Afonso Pena em protesto desta quinta-feira.
Manifestantes caminham pela avenida.Manifestantes caminham pela avenida.

Os manifestantes que saíram às ruas de Campo Grande passam boa parte da noite dispersos, divididos em, pelo menos, 4 grupos espalhados pela cidade, o que complica o cálculo sobre a dimensão dos protestos.

A estimativa do comandante da Polícia Militar, coronel Carlos Alberto David, é de que já são 25 mil pessoas no protesto, mas o número cresce e a Agetran fala em 40 mil pessoas nas ruas.

Sem uma liderança definida, pessoas de diferentes idades e regiões foram se agrupando e definindo aparentemente de forma aleatória o roteiro, de acordo com o horário de chegada na praça do Rádio, ponto central de concentração. 

Todos sairam pela Afonso Pena, mas foram parando em locais diferentes ao longo do caminho. A maior parte seguiu para a Câmara, alvo principal dos protestos.

Alguns passaram, inclusive, pela frente do prédio do governador André Puccinelli, onde ficaram por cerca de 15 minutos fecharam a rua Euclides da Cunha durante esse tempo.

Outros ficaram na Afonso Pena, na região da Praça do Rádio Clube, muitos perambulando pelo Centro.

O maior grupo saiu por volta das 15h30 pela Afonso Pena, desceu a rua Ceará até a Ricardo Brandão até a Câmara.  Durante o protesto, alguns cogitaram ir até a Assembleia, desistiram no meio do caminho e novamente se dispersaram, alguns de volta ao Paço Municipal.

Há pouco, muitos que estavam no Centro pegaram também o rumo dos Altos da Afonso Pena e reforçaram o protesto na Câmara.

Um grupo menor seguiu até o Aquário do Pantanal. Os manifestantes gritam em coro “Aquário”, “Aquário”, obra do governo do Estado em construção no Parque das Nações Indígenas.

Os manifestantes reclamam do valor investido no projeto e cobram investimento semelhante na saúde. Ainda não há notícias de vandalismo, a manifestação é pacífica.

Há notícias de pichações apenas em tapumes espalhados pelos bancos para proteger as fachadas. Pequeno tumulto ocorreu em frente à Praça do Rádio. Por volta das 19h30, jovens atearam fogo em papéis no meio da Afonso Pena, mas foi rapidamente apagado.

Alguns manifestantes também tentaram subir pela rampa que dá acesso ao Shopping Campo Grande, mas foram contidos pelos seguranças e voltaram para a avenida.

Outro grupo continua no Paço Municipal, lotando o estacionamento, a rua e as calçadas. Também há muitas pessoas caminhando no sentido da Praça do Rádio. 

Os ônibus não trafegam pela Afonso Pena, foram desviados para a 15 de Novembro.

 

 

 



a mudança começa pela canetada de um governante ,, agora esta começando pela união do povo sofrido e cansado !tamos juntos !!!pronto falei ..
 
antunes macedo em 20/06/2013 23:24:30
Acho que infelizmente não foi um bom resultado esta divisão pois não trouxe tumulto nem atrapalhou a ordem diária das vias, o que mostra que a passeata pareceu um 7 de setembro calma , bonita, não é isso que deve ser feito, passeata tem que tumultuar tem que ter aglomeração e muita gritaria de palavras de ordem conforme combinado para protesto.porém sem exagero sem vandalismo , sem danificar principalmente o patrimônio privado de pessoas que pagam impostos igual a todos , temos que perturbar os nossos políticos de todas as formas possíveis, se não será apenas como eu senti , um desfile de aniversario de campo grande ou um 7 de setembro .É preciso lembrar que nunca fechar rua de acesso a hospitais se ela for a única é claro, o resto vale tudo.estamos para incomodar e não fazer bonito...
 
joao camargo em 20/06/2013 22:24:38
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