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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

01/08/2016 08:04

Guarda vai investigar se houve irregularidade em vídeo de desculpas

Amanda Bogo
Imagens e o vídeo de Thiago pedindo desculpas foram compartilhadas no WhatsApp (Foto: Direto das Ruas)Imagens e o vídeo de Thiago pedindo desculpas foram compartilhadas no WhatsApp (Foto: Direto das Ruas)

A Guarda Municipal, por meio de sua assessoria, informou que irá averiguar se houve irregularidade na gravação do vídeo no qual o vendedor Thiago Pereira, 24, pede desculpas após ser preso na manhã de domingo (31) por postar, em seu Facebook, textos ofensivos a membros da corporação.

De acordo com a assessoria, será feito um levantamento do que aconteceu, e caso seja constatada alguma irregularidade, o caso será levado a corregedoria da Guarda Municipal, onde será feita uma investigação para saber se cabe alguma punição aos envolvidos.

Conforme a corporação, Thiago não procurou a secretaria nem a corregedoria da Guarda para denunciar a situação.

Vídeo forçado – Pereira alega que foi agredido e forçado pelos guardas municipais a se desculpar no vídeo após publicar postagens ofensivas em um grupo de venda de veículos “BOB” - termo usado para bens que estão com documentação atrasada ou outra irregularidade.

Ele relata que recebeu ameaças por meio de mensagens privadas do Facebook e alguns pedidos educados para se retratar. Na manhã de domingo, conta ele, vários guardas foram até sua casa. "Chegaram, se identificaram como oficiais de Justiça. Do nada, vários apareceram, invadiram meu quintal, me algemaram e me colocaram no carro. Aí começaram os choques e bicudas até chegar na Depac Piratininga", explica.

Já na delegacia, Pereira diz que foi algemado no corrimão da área de transição onde ficam os presos ainda não entregues à Polícia Civil. Lá, teriam ocorrido mais agressões. Depois de horas detido, os guardas teriam dito a ele: "você terá que gravar um vídeo pedindo desculpa".

No vídeo, que tem 22 segundos, Pereira se retrata do comentário.  "Quero me retratar do comentário que fiz no Facebook sobre a instituição Guarda Municipal, as ofensas às mães deles, realmente foi um momento de raiva lá e realmente não foi certo", diz ele, até alguém perguntar: "tem mais alguma coisa a falar?", "só isso mesmo", responde Pereira.

Nas imagens, é possível notar que Pereira está algemado. No peito dele, alguém segura a marca da Guarda Municipal. Além de circular em grupos do WhatsApp, o vídeo foi postado em comentário de postagem no perfil do vendedor no Facebook, por um guarda municipal. Outros guardas também comentaram na postagem parabenizando o dono da página pela retratação.

 



Volto a usar este espaço para repetir que a GCMCG serve apenas como jagunços de prefeitos.
Não tem nenhuma utilidade para a população de Campo Grande.
Permanentemente seus integrantes estão envolvidos em crimes e confusões.
Já passou da hora de se discutir a extinção dessa instituição.
 
Critico em 01/08/2016 09:04:47
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