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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

27/02/2014 19:32

Indígenas denunciam dois deputados por racismo no Ministério Público

Kleber Clajus

Um grupo de 20 indígenas protocolou, na tarde desta quinta-feira (27), representação contra os deputados federais Luiz Carlos Heinze (PP/RS) e Alceu Moreira (PMDB/RS) por racismo no MPF (Ministério Público Federal), em Campo Grande. A mobilização ocorreu após os parlamentares também defenderem a contratação de seguranças para coibir a retomada de terras por indígenas.

De acordo com o advogado indígena Luiz Henrique Eloy, a representação tem por base um vídeo em que os deputados incitariam a violência contra indígenas e a manutenção de milícias, além do racismo contra minorias.

No material gravado em 29 de novembro de 2013, durante audiência pública em Vicente Dutra (RS), o deputado Luiz Carlos Heinze diz que no gabinete da Presidência da República estão “aninhados quilombolas, índios, gays, lésbicas. Tudo o que não presta”. Em seguida, defende que os produtores rurais se defendam como no Pará e em Mato Grosso do Sul, “não interessa o tempo que seja”.

Por outro lado, Alceu Moreira vai além ao indicar que fazendeiros “se fardem de guerreiros”. “Expulsem do jeito que for necessário”, destaca.

Para Eloy, em ambos os casos pode ser percebido o preconceito dos parlamentares e, com clareza, que estes “incitam a violência” ao sugerir o uso de segurança armada nas propriedades.

“Quando dizem para seguir o exemplo de Mato Grosso do Sul fica evidente que existe mobilização para contratação de milícia armada no Estado contra os índios e, por isso, buscamos barrar a realização de um leilão no ano passado”, pontua o advogado em referência ao Leilão da Resistência, promovido em conjunto pela Famassul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) e Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso Do Sul).

Balanço - Atualmente, de acordo com a Famasul, há 81 áreas ocupadas por indígenas no Estado. Hoje o governador André Puccinelli (PMDB), o assessor do Ministério da Justiça, Marcelo Veiga, e produtores rurais estiveram reunidos para renegociar indenização de R$ 78 milhões proposta por terras na Reserva Buriti.

Um novo cronograma, definido para 6 de junho, foi fechado para compra de 15 mil hectares na região.

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CAUSA INDIGNAÇÃO E REPULSA E NÃO TEM RAZÃO DE SER MAIS ESTE FLAGRANTE CASO DE INCITAÇÃO À VIOLÊNCIA CONTRA OS PRIMEIROS HABITANTES DO BRASIL. POR QUE ESTES " LEGISLADORES" NÃO TENTAM FAZER O CONTRÁRIO, DE MANEIRA DIFERENTE E CIVILIZADA, AO INVÉS DE FICAR BRUTALIZANDO E INSTIGANDO AINDA MAIS ESTA SITUAÇÃO, TENTANDO COLOCAR A SOCIEDADE CONTRA OS POVOS INDÍGENAS? POR QUE NÃO COBRAM DO ESTADO BRASILEIRO MAIS EFICIÊNCIA E SEGURANÇA JURÍDICA P/ TODOS, À FIM DE Q POSSAMOS TER UMA SOCIEDA MAIS LIVRE, JUSTA E SOLIDÁRIA, E OS CONFLITOS AGRÁRIOS SEJAM PACIFICAMENTE SOLUCIONADOS? E P/ Q ESSES MESMOS "LEGISLADORES" FAÇAM UMA REFLEXÃO QUE,COMETER CRIME DE RACISMO, SIGNIFICA DIZER Q A DECANTADA DEMOCRACIA RACIAL BRASILEIRA NUNCA DEIXOU DE SER UMA FARSA. A CULTURA DO JUDICIÁRIO NECESSITA SER REPENSADA.
 
newton marcos galache em 11/03/2014 13:57:39
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