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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

27/03/2012 23:58

Músicos que acusam segurança de agressão fazem exame de corpo de delito

Paula Maciulevicius e Viviane Oliveira

O grupo agora espera o resultado dos exames sair, o prazo é que isso ocorra em 10 dias

Agressões foram feitas na madrugada de domingo. Horas depois, grupo registrou boletim de ocorrência. (Foto: João Garrigó)Agressões foram feitas na madrugada de domingo. Horas depois, grupo registrou boletim de ocorrência. (Foto: João Garrigó)

Dois integrantes da banda Tributo ao Raimundos, Edson Erick Maciel de Oliveira, 27, Juliano da Silva Vieira, 24, e a adolescente de 16 anos, que acusam seguranças de bar por agressão, fizeram exame de corpo de delito nesta segunda-feira (26) no Imol (Instituto Médico e Odontológico Legal).

Edson Erick e Sérgio Renato Ramos, 27 anos, foram agredidos com uma coronhada no rosto, já Juliano agredido nas costas. A garota levou dois tapas no rosto após tentar apartar a briga. O grupo agora espera o resultado dos exames sair, o prazo é que isso ocorra em 10 dias.

A banda de rock registrou boletim no 1º Distrito Policial no domingo de manhã. Segundo os integrantes, a violência ocorreu na casa noturna República Music Bar, na avenida Calógeras com a Mato Grosso, em Campo Grande, por parte de dois seguranças da empresa Apolo na madrugada de domingo.

Ao Campo Grande News, a banda relatou que o motivo da agressão foi preconceito ao rock. Edson relata que todas as pessoas que chegavam na casa de shows eram recebidas com grosseria por parte dos seguranças.

“Na hora da revista pessoal eles aproveitavam para insultar os roqueiros com palavra de baixo calão”, disse.

O guitarrista da banda, Sérgio, confessa que no meio do show também agrediu verbalmente o segurança. Conforme o músico, depois da apresentação os integrantes continuaram na casa noturna e foram retirados por dois seguranças e acabaram agredidos.

“Eles nos agrediram com coronhadas, socos, chutes e um dos seguranças deu dois tiros para cima”, afirma Juliano.

Em resposta, o coordenador de segurança de eventos da empresa Apolo, Wellington Nunes, confirma que houve um desentendimento entre os funcionários e os músicos.

Segundo ele, houve agressões e lesão corporal mútua, mas garante que os disparos de arma de fogo não foram efetuados pelos funcionários.



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