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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

25/01/2014 14:05

Justiça censurou e criminalizou "rolezinho", avalia entidade

Aline dos Santos
Shopping Campo Grande acionou Justiça contra evento. (Foto: Marcos Ermínio)Shopping Campo Grande acionou Justiça contra evento. (Foto: Marcos Ermínio)

As decisões da Justiça contra a realização do “rolezinho” no Shopping Campo Grande, marcado para as 16h20 de amanhã, são vistas como censura e criminalização para ativistas e entidades. Numa das decisões, foi determinada a retirada da página do evento no Facebook. “Isso é censura”, afirma Alan Brito, membro do Fórum Municipal da Juventude e do CDDH (Centro de Defesa dos Direitos Humanos) Marçal de Souza.

“Tem um protecionismo por parte da Justiça para com a entidade privada. Colocaram todo mundo no mesmo barco”, diz. As entidades até cogitaram acionar o Poder Judiciário, solicitando mandado de segurança para a realização do evento. "Ocorre que não existe objeto para a ação”, afirma Brito.

Nas ações movidas pela BR Malls, administradora do Shopping Campo Grande, consta “rolezinho” como requerido. Típico dos novos protestos organizados por redes sociais, a página foi criada por fake e não há organizadores. Ou seja, não tem um responsável.

Amanhã, o Fórum Municipal vai acompanhar o evento. “A preocupação é que não haja abuso por parte da Justiça e da Polícia. O “rolezinho” é o que acontece todos os dias no Shopping Bosque dos Ipês e Shopping Norte Sul, que tem bairros periféricos à volta deles”, salienta.

O diretor de teatro Vitor Samudio avalia que o “rolezinho” já foi criminalizado ante mesmo de acontecer. “Não vejo o sentido de tanto pavor”, afirma. Para ele, a retirada da página do evento foi lamentável. “Não havia motivo para chegar nesse ponto”.

Segundo Samudio, o “rolezinho” - que, em tese se trata de encontro de adolescentes que passeiam, paqueram e registram tudo em fotos para ostentar nas redes sociais - acabou virando confusão em outras cidades por conta da repressão.

A situação revela um preconceito velado. “Se o rapaz da classe média tem o direito de ir ao shopping, o rapaz da periferia tem o mesmo direito”.

A liminar proíbe os participantes do movimento de depredar as lojas, promover tumultos, algazarras, vandalismo, uso de equipamento de som em volume excessivo e interferir no real funcionamento do shopping.  A multa é de R$ 1 mil. 

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Eh obvio que todo mundo tem direito de ir ao shopping. Agora promover vandalismo e baderna, isso nao. Tem reprimir e pegar pesado com quem faz isso. A liberdade de um cidadao termina onde comeca a minha. Se a "liberdade" (quebra-quebra) dele me priva do meu direito de ir e vir, essa "liberdade" dele tem quem ser cortada. E mais: Rolezinho nao pune rico nao. Pune a ja tao massacrada classe media. Rico tem o luxo de poder ir passear no mundo civilizado, bem longe daqui.
 
Jose Goncalves Ferreira em 26/01/2014 05:37:17
Muito bem fez a justiça de proibir essa baderna, i não venham se fazer de classe desfavorecida nao, querem arruaça mesmo.... Vamos gravar bem o nome do Alan de Brito e se por eventualidade futuramente for liberado essa moage que julgam movimento, i tiver algum dano ao patrimonio vmos cobrar desse bacana ai.
 
Willian Souza em 26/01/2014 01:16:10
Foi ótimo a posição da justiça, é inadmissível se usar redes sociais para pseudo encontros que é de conhecimento de todos sempre acaba em violência, vandalismo e depredações. É lamentável que nossos jovens procuram a forma errada de se fazer chamar a atenção, e de protesto. Porque não vão protestar por direitos legítimos, na Prefeitura de Campo Grande protocolando reivindicações . Chega de baderna !!!!!
 
altamir batista de amorim em 25/01/2014 23:02:15
coisa errada tem que ser cortada pela raiz, antes que cresça, por que não tem rolezinho na agência de emprego, nossos adolescentes podem tudo, tudo é liberado ninguém pode fazer nada contra eles que é discriminação..........
 
nereu alamini em 25/01/2014 22:12:50
Je encheu esse negocio de "rolezinho." Carpir um terreno ninguém quer né!? Tem que botar a polícia na porta mesmo. Tolerância zero pra esse bando de desocupado. Qdo CG tinha o passe livre, ir ao shopping aos domingos era um verdadeiro inferno. Gnt gritando, correndo pelos corredores....e não venham dizer que não tinha furto pq tinha SIM. Conheço mta gnt que teve cel, sacola de compra furtada nos dias de passe livre.
 
Eduardo Zukerman em 25/01/2014 20:09:27
Piada né? Sou da periferia , e frequento o shopping e nunca fui descriminada. Onde está escrito que quem é da periferia não pode frequentar shopping em Campo Grande? Na boa , o que a Justiça, os comerciantes e trabalhadores deste shopping querem é respeito, apenas isto . Ninguém que entra no shopping é obrigado a comprar , mas também essa galerinha que vai para passear em bando tem é que se comportar feito gente, sem furtar, depredar ou tacar o terror. Se esse pessoal tá com dó , então dá o dinheiro pra estas pragas comprarem o que querem, sem ter que trabalhar...é cada uma ...
 
karla jesus em 25/01/2014 19:10:38
Estava demorando para os Direitos Humanos entrar no assunto, tanta coisa mais importante para esse fórum preocupar, mas não ...
A situação revela um preconceito velado. “Se o rapaz da classe média tem o direito de ir ao shopping, o rapaz da periferia tem o mesmo direito”. Pelo amor de Deus senhor Vitor Samudio, todos podem ir ao shopping que quiser, mas não 300 pessoas para fazer bagunça e atrapalhar quem vai ao cinema, fazer compras ou usar a praça de alimentação !
 
Marcella Condesa Loristigarpa em 25/01/2014 19:08:50
Quando o cidadão não sabe usar o direito que lhe é garantido, o Estado deve,sim, intervir e limitar este direito. Desde que começaram esses protestos, embora protegidos por esse direito, quem tem pago o prejuízo é a iniciativa privada. Depredam lojas, como se fossem os empresários os responsáveis pelos seus fracassos pessoais. O povo brasileiro tem demonstrado, cada vez mais,que não está preparado para a democracia, pois a tem interpretado como sinônimo de baderna.
 
Paulo Souza em 25/01/2014 19:05:28
Mais uma vez esses direitos humanos se passam por ridiculos defendendo nem sabem o que. Esses vandalos que prometem invadir os lugares com o unico proposito de promover desordens, saques, impor o medo e prejuizos precisam é de cadeia, e essa porcaria que eles denominam musica não passa de incentivo as drogas e violencia. Por mais idiotas (leia-se direitos humanos) que surgem a favor, a maioria que trabalha detesta tudo que se refere a essa corja, musica, jeito de se vestir, jeito de andar, propensão ao uso de drogas e cometimento de crimes, tudo em nome de discriminaçao
 
Horlando P. de Mattos em 25/01/2014 18:31:39
Não sou contra o rolezinho. O grande questionamento que faço é: estão reivindicando o quê? Protestam por quê? Algum shopping barrou alguém por conta da classe social??? O problema é que esses jovens mal sabem a letra do hino nacional, mas as baixarias do funk sabem de cor. O local de protesto deveria ser outro, na Câmara de Vereadores, na Assembléia Legislativa, na Governadoria, na Prefeitura, lutando pelos seus direitos e deveres (também). A única coisa que vejo são bandos babando no narguile, falando palavrão e cantando músicas de baixo nível cultural. É esse o movimento que os esquerdistas tanto defendem? Assim como eles temo direito de ir, vir e "protestar", temos os direito de ter PAZ!Mas fazer quadradinho de 8 é mais fácil que estudar...
 
Jorge Pantaneiro em 25/01/2014 18:03:37
E por acaso já viram alguém da periferia ser barrado nos shoppings da cidade? nem na época dos passes gratuitos aos domingos isso acontecia... argumento mais tosco esse... o CDDH que vá fazer alguma coisa que preste e ajude as minorias necessitadas que sofreram na enchente de hj no Santo Eugênio
 
Augusto Antonio em 25/01/2014 15:50:00
censurou como? o shopping e aberto pra todo o publico seja pobre ou seja rico agora ir na onda do povo de são paulo e rio e fazer baderna roubar as lojas bagunçar quer dar rolezinho é só irem para os parques que tem tantos em campo grande essas entidades que defendem esse tipo de manifestação são igual os direitos humanos só defendem os vagabundos os trabalhadores que pagam seus impostos e trabalham nunca tem valor.
 
junior correa em 25/01/2014 15:42:41
O jovem pobre que vai ao shopping de modo ordeiro nunca é molestado. O problema reside naqueles que vão "de bando", intimidando os demais usuários, incluindo ai os pobres, tentando demonstrar um aspecto criminoso, como se isso fosse bonito! A ostentação em redes sociais é válida e toda a população, de um modo ou outro, faz. Contudo, postar fotos em poses sensuais ou com trejeitos de bandido, cá para nós, é muito pernicioso. Também deveriam esses "movimentos sociais" valorizar a educação: Incentivar a fala com gritantes erros de português, é aviltante para a sociedade.
 
João Dias em 25/01/2014 15:35:31
Censura coisa nenhuma, PRESERVAÇÃO do direito, direito do CIDADÃO DE BEM de se locomover livremente sem correr o risco de ser roubado, furtado ou ter algo seu destruido, preservação do direito do CIDADÃO que trabalha, que dá empregos e que tem seus bens destruídos. Isso não é e nunca será forma de se manifestar, preconceito só há pra quem se auto descrimina. BRASIL PAÍS DA INVERSÃO DE VALORES, onde o certo é errado e o ERRADO É CERTO.
 
Mey Moura em 25/01/2014 15:32:28
A pergunta é: o rapaz de classe média/alta convoca 2.000 ou mais pessoas para se ao mesmo tempo se encontrar no shopping? Se sim, promovem correria entre pessoas idosas, crianças, gestantes e portador de deficiência? Provocam as mulheres com cantadas? Como ficam as pessoas que frequentam o shopping sob a tradição de ser um ambiente tranquilo, familiar e de respeito? Como controlar abusos diante de 10.000 pessoas num mesmo momento? Será que todos esses jovens que se dizem discriminados nunca foram ao shopping? Certamente que eles frequentam o shopping e jamais houve discriminação. O problema é reunir de uma só vez, num mesmo horário, quantidade excessiva de pessoas, sem avaliação dos riscos, por exemplo, por parte dos bombeiros. Qualquer evento de porte deve ser autorizado, planejado.
 
Jean Silva em 25/01/2014 15:29:00
tantas coisas mais importantes para se preocuparem...só neste país mesmo. Não entendo pra que tanto alarde em torno deste assunto que já encheu o saco...agora é burrice achar que isto é um protesto é só bagunça sem sentido de adolescentes confusos, deve ser coibido sim para preservação da ordem e bem estar de todos, por que a mídia esta batendo nesta tecla insistentemente parecem que querem que algo terrível aconteça para terem o que noticiar francamente toda esta divulgação não esta ajudando em nada.
 
aureliano sousa em 25/01/2014 14:58:27
As pessoas têm que entender que não se trata de proibir esse ou aquele de ir ao shopping. Eu mesmo entendo que não há proibição alguma de qualquer pessoa, seja adolescente ou não, classe baixa ou não de frequentar esse lugar. O problema reside no fato de que esse tal de "rolezinho" quando acontece acaba virando baderna e depredação de lojas e espaços públicos, como já aconteceu em outras cidades. Pessoal, vamos parar de polemizar tudo.
 
Roni Borges em 25/01/2014 14:33:33
Por que nao existe esse tipo de atitude com os indios? O MST vive invandindo propriedades e ninguem faz nada e quando o proprietario da fazenda se arma diz-se que esta montando uma milicia. Nao sou a favor de baderna de nenhum tipo, mas ir a um shopping é direito de qualquer um. Monte-se uma segurança parruda, identifique quem esta entrando e se fizer bagunça deita a burduna, mas enquanto nao fizerem nada, proibir por proibir é ditadura.
 
Alex Andre De Souza em 25/01/2014 14:32:16
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