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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

03/03/2011 13:13

Moradores do Nova Campo Grande reclamam do rio formado pela água da chuva

Ricardo Campos Jr.

Àgua chega a ficar empossada por 3 dias de acordo com a população

A água desce das partes mais altas transformando ruas em verdadeiros rios. (João Garrigó)A água desce das partes mais altas transformando ruas em verdadeiros rios. (João Garrigó)

No bairro Nova Campo Grande a água desce das partes mais altas transformando ruas em verdadeiros rios e acaba empoçada na principal avenida da região. Os moradores além de ficarem ilhados, reclamam dos transtornos trazidos pela chuva antes e depois dos temporais.

A dona de casa Josefa Pereira Alves, 61 anos, mora sozinha na Rua 108, compara o local com um mangue e conta que todas as vezes que chove o filho dela Nilson Gomes Alves de Lima, 32, vai de carro fazer as compras para o almoço e leva para a mãe. “Como que vai sair? É perigoso pegar até uma doença”, explica, “Eu ligo para ele e falo tudo o que preciso e ele traz”.

Na casa da frente, o lixador industrial Ozeias Pereira de Lima, 42 anos, relata que por ter a casa do lado mais baixo da rua, corre o risco de ter o imóvel invadido pelo “rio”. Quando chove forte a família fica em alerta. “Tem que ficar cuidando. Se entra em casa já tem que erguer os móveis”, diz o morador.

Ozeias conta ainda que o solo não absorve e a água chega a ficar acumulada durante 3 dias.

A comerciante Raquel Dias Sanches, 39 anos, tem um bar na Avenida 9, próximo a esquina com a rua 108 onde “desemboca” o rio. Ela construiu o estabelecimento dela em local elevado para não ter problema com alagamentos, mas a água empoça no asfalto e quando carros passam rente ao meio fio jogam água por cima do balcão.

Depois da chuva fica lama vinda das áreas não asfaltadas e quando vem o sol o0 problema torna-se a poeira. “Isso aqui nem parece que tem asfalto. Meu filho hoje cedo teve que fazer uma volta enorme para ir à escola porque não conseguiu atravessar em frente de casa”.

A solução na opinião da comerciante seria um escoamento mais eficiente para o bairro, além da pavimentação dos locais mais altos, de onde vem a terra e enxurrada. “Tem boca de lobo, mas não dá conta. Ontem à noite arrancaram a tampa. Meu marido hoje de manhã fechou. Vai que vem um de bicicleta e cai”, exclama.

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