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Capital

Morto ao reagir à abordagem da PM, "Ogoia" tinha passagens por roubo e tráfico

Segundo a PM, Everton e o comparsa tentaram roubar um motorista de aplicativo momentos antes da troca de tiros

Por Dayene Paz | 16/05/2024 10:30
Sangue de suspeito e chinelo na casa onde ocorreram os fatos. (Foto: Henrique Kawaminami)
Sangue de suspeito e chinelo na casa onde ocorreram os fatos. (Foto: Henrique Kawaminami)

Everton Pedro Castro, de 34 anos, suspeito de roubo que foi morto ao trocar tiros com a Polícia Militar, na madrugada desta quinta-feira (16), tinha extensa ficha na polícia. Conhecido como "Ogoia", acumulava passagens por tráfico de drogas, posse irregular de arma de fogo e roubo.

Ainda, conforme informações obtidas pelo Campo Grande News, Ogoia era pertencente a uma facção criminosa. O nome da facção não foi informado.

Segundo a Polícia Militar, Everton e o comparsa tentaram roubar um motorista de aplicativo na madrugada de hoje. A vítima foi chamada para uma corrida na Rua Itapevi, no local conhecido como invasão da Homex, no Jardim Centro-Oeste, em Campo Grande.

Quando chegou no local, o motorista percebeu que havia dois homens na rua e um tirou algo da cintura. Antes mesmo de parar, o motorista deixou o local e acionou a PM.

Os militares passaram a fazer diligências e quando chegaram na Itapevi, encontraram dois homens suspeitos. Eles aceleraram o passo até a Rua Seringueiras, quando começaram a correr, sendo que um entrou em um corredor e o outro dentro de um imóvel. Os policiais desembarcaram da viatura e foram atrás dos suspeitos.

O rapaz que entrou na casa, posteriormente identificado como Everton, tirou uma arma da cintura e disparou contra o policial, que se escondeu. Em um segundo momento, o suspeito disparou mais uma vez e houve revide por parte do militar, que atingiu Everton. Por estar com sinais vitais, ele foi socorrido e levado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Universitário, mas não resistiu e morreu.

Na casa onde houve confronto, foi encontrada ua balança de precisão e dois tabletes de maconha, a arma de fogo que estavam com Everton - calibre 32. O comparsa que fugiu ainda não foi encontrado.

Um vizinho contou que conhecia Everton. "Era trabalhador e vendia algodão-doce", disse o homem, que pediu para ter o nome preservado pela reportagem. Ele contou que viu Everton tomando bebida alcoólica com outra pessoa momentos antes dos fatos.

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