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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

09/09/2013 12:54

Pela quarta vez, Justiça nega liberdade a jovem envolvido em racha com morte

Bruno Chaves

O universitário Ryan Douglas Wehner Vieira, preso em flagrante no dia 31 de março deste ano por se envolver em um racha na Avenida Duque de Caxias, teve pedido de Habeas Corpus negado pela Justiça. A decisão foi publicada hoje (9) pela Justiça. Ryan já havia tido negado um pedido de liberdade provisória e também dois Habeas Corpus.

De acordo com informações do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), a decisão mais recente foi unanime da 1ª Câmara Criminal, apontando como autoridade coatora o juiz de Direito da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande.

O relator do processo, desembargador Francisco Gerardo de Sousa, explica em seu voto que a ordem deve ser negada para a garantia da ordem pública. “A prisão do paciente deve ser mantida para assegurar a aplicação da Lei Penal”.

O desembargador destaca também o entendimento da Procuradoria Geral de Justiça ao salientar que o paciente se envolveu em ato hediondo em via pública, colocando em risco a vida de outras pessoas que estivessem no local.

Ryan é acusado da suposta prática de racha, crime previsto nos artigos 121 e 129 do Código Penal e artigo 108 do Código de Trânsito Brasileiro – CTB. Ele conduzia um veículo Citroen C3 e foi preso após envolver-se em um acidente. O acusado foi submetido a teste de bafômetro e teve a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) recolhida.

De acordo com testemunhas, Ryan disputava racha com o VW Polo conduzido por Marcus Henrique de Abreu, de 22 anos, que acabou morrendo após o carro colidir em um poste. A namorada de Marcus, que também estava no automóvel, Letícia Souza dos Santos, quebrou o braço esquerdo e ficou quatro dias internada. À Justiça, o rapaz disse que não fazia racha e que o acidente foi casual.



Como assim "suposto racha"? carros com motores preparados, testemunhas, resultado com vítimas! Deve ser mantido sim preso, para servir de exemplo para outros tantos que fazem das avenidas da Capital verdadeiras pistas de corridas.
 
Carlos Irineu Gonzales em 09/09/2013 13:07:23
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