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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

07/04/2016 07:20

Planejar antes é dica contra alto custo com adaptação de edifícios

Da Redação
Engenheiro Mario Borges - Foto DivulgaçãoEngenheiro Mario Borges - Foto Divulgação

Preocupar-se antes para evitar problemas depois. Esta é a principal dica do engenheiro Mario Borges, especializado em segurança contra incêndio e diretor da Cosenge Engenharia de Incêndio, para evitar altos custos de adaptações de edificações às normas de segurança e combate à incêndio do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul.

Em alguns casos, estabelecimentos chegam a ser fechados e os proprietários precisam desembolsar altas quantias para adaptar os imóveis às regras legais. "As edificações construídas sem a preocupação prévia com saídas de emergência ou previsão de equipamentos preventivos antes do início das obras podem causar transtornos altos para adaptações posteriores", analisa Borges.

Há uma série de especificidades que precisam fazer parte do projeto antes de a obra ser erguida. entre elas, a instalação de rede de hidrantes, detectores de fumaça e ainda a colocação de portas de saída de emergência com barra antipânico.

Segundo Borges, a legislação de Mato Grosso do Sul determina que as obras sejam iniciadas somente após a aprovação do Projeto de Segurança contra Incêndio pelo Corpo de Bombeiros. O objetivo é justamente evitar que os imóveis sejam erguidos sem as devidas previsões de atendimento das exigências, prevenindo também custos para adaptação posteriores.

Desrespeitar a legislação pode encarecer muito mais o projeto se as mudanças tiverem de ser feitas depois. Há situações em que portas de correr precisam ser substituídas por portas de abrir, ou exige-se a abertura de uma nova porta em parede pronta, de reservatórios de água com volume inferior ao mínimo para reserva de incêndio.

Mas, há situações de escadas e corredores com largura inferior à mínima necessária, por exemplo. Se for este o caso, a adaptação fica ainda mais complexa e cara.

É fundamental que o empresário, diz Borges, faça as instalações dos preventivos por uma questão de segurança do seu patrimônio e também para evitar penalidades de multa e interdição.

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