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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

07/06/2013 08:50

PM estabelece rotas para evitar encontro entre fazendeiros e MST

Aline dos Santos e Evelyn Souza
Fazendeiros farão carreata e cavalgada nesta sexta-feira. (Foto: Marcos Ermínio)Fazendeiros farão carreata e cavalgada nesta sexta-feira. (Foto: Marcos Ermínio)

Em exposição na principal avenida de Campo Grande, o conflito rural que divide o Estado exige organização logística para que fazendeiros não “trombem” com a passeata dos movimentos sociais, que caminharam 50 km de Anhanduí à Capital. “Vamos ter que estabelecer uma rota, porque os produtores não querem confronto”, afirma major da PM (Polícia Militar), Neide Centurião.

A marcha dos sem-terra parte da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) até à praça do Rádio. Do lado oposto da cidade, 500 pessoas se concentram em frente à Cidade do Natal, nos altos da avenida Afonso Pena, que foi tomado por caminhonetes.

A manifestação dos fazendeiros terá carreata e cavalgada. Vestida de preto, Carolina Bacha, filha do ex-deputado estadual Ricardo Bacha, dono da fazenda Buriti, afirma que está de luto. “Os índios quebraram tudo, tudo destruído. Trator, galpão. Nem se saísse a reintegração de terra teria condições de voltar, está tudo acabado. Acho que não está tendo Justiça. Os produtores foram pela lei e os índios pela violência”, relata.

A herdeira de Bacha afima que os fazendeiros são vítimas de descaso. “Já pensou se o meu pai tivesse só aquilo para sobreviver?”, questiona.

Representante do MNP (Movimento Nacional dos Produtores), Oliveira Nantes Filho denuncia que índios são “importados”. “O governo deveria fazer triagem e DNA para mostra qual índio é mesmo da nossa região. Índio que tem logística, transporte e alimentação não precisa sair das cidades”, salienta.

Dono da fazenda Esperança, Nilton Carvalho da Silva Filho afirma que o movimento é para sensibilizar a sociedade sobre a situação dos fazendeiros. O imóvel rural, localizado em Aquidauana, foi invadido há uma semana. Nilton teve que deixar a fazenda.

“Mesmo com a invasão, fiz acordo para respeitar a propriedade”, conta. De acordo com ele, a maioria dos funcionários da propriedade é indígena. “Eles foram para a aldeia e outros entraram”. Ele é dono da fazenda há 30 anos. “Já é a quinta geração da família”, diz.

Os fazendeiro usam camisetas coma frase “Baderna, desordem, destruição. Que reforma agrária é essa?”. Nas costas, os dizeres são: “Nós alimentamos o Brasil”. A disputa por terra em Mato Grosso do Sul se agravou em maio, com a invasão da fazenda Burtiti, em Sidrolândia. A reintegração de posse culminou na morte do terena Oziel Gabriel, de 35 anos.



O QUE AQUI FAZ AQUI SE PAGA!!!!!!!!!!!!QUANDO O SEU RICARDO BACHA ERA SECRETÁRIO DE GOVERNO DO GOVERNO WILSON BARBOSA ELE DEIXOU OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS 4 MESES SEM SALÁRIOS. QUAL É A ORIGEM DA COMPRA DESSA FAZENDA, DE ONDE SAIU O DINHEIRO? DOS COFRES PÚBLICOS!!!!!!!! TEM QUE SER INVESTIGADO TAMBÉM!!!!!!!!!!!!!!!
 
PAULO MAGALHAES em 07/06/2013 23:00:50
Os nefastos e irresponsáveis fomentadores de conflitos que pintam os incautos para a guerra, inflamam seu ânimo e os lançam na arena para degladiarem-se contra as forças policiais que são obrigados de ofício a cumprirem determinação judicial, deveriam ser responsabilizados e destes cobrados o sangue e prejuízo moral/financeiro de ambos os lados. Pobres pais de família, na maioria policiais militares de baixa patente, tomam tiros, pedradas e flechadas para defender o direito que não é seu e ainda sempre sobram, além dos ferimentos, as broncas e a difamação daqueles causadores do conflito, que normalmente assistem de longe e os chamam de paus mandados e/ou truculentos.
Confisco: Uma das palavras mais desagradáveis do vernáculo, se o cidadão tem uma arma irregular ela será apreendida e o proprietário processado por posse ilegal, mas se foi legalmente adquirida e o governo decidir, pode confiscá-la. Se o cidadão invade um terreno ele será despejado, porém se adquiriu este terreno de forma legal e pagou por ele e o governo decidir, pode confiscá-lo. Ou seja, só o cidadão de bem está sujeito a esta ação que desrespeita a Constituição Federal e o direito de propriedade. É a atitude inicial de governos antidemocráticos ou ditaduras.
Claudio Arantes.
 
Claudio Arantes - CG/Amambai em 07/06/2013 16:36:50
Indio tem que viver da terra, tem que ser silvícola, e a idéia é colocar todos esses indios em um avião da FAB e soltá-los nas terras amazônicas, lá sim eles vão tirar o próprio sustento da terra e viver conforme seus costumes, não ficar em cidades invadindo propriedades e causando desordens e prejuizos aos verdadeiros produtores rurais. É sabido que em terras de indios nada se produz a não ser mandioca e para o próprio sustento, então..... fica a dica!!!
 
João Paulo Lucca em 07/06/2013 15:51:00
Estão todos ligados no hoje. Ninguém pensa no que poderá ocorrer daqui a 20, 30 ou 40 anos. É possível que haja uma luta desesperada pela sobrevivência e por alimentos, que poderá redundar em necessidades de aumento na produção. Terras inúteis e improdutivas e com tamanhos descomunais para poucos poderão ser palco de muita violência, com invasões no sentido contrário, governos não terão como controlar, então milícias armadas de ambas as partes poderão surgir, vamos pensar nisso, antes que seja tarde demais.
 
Jorge Souza em 07/06/2013 15:07:02
Diante das inúmeros comentários, não tenho muito o que escrever, somente que nossa dita e decantada democracia é uma falsa. Quero parabenizar o Sr. Claudio Arantes, discorreu de forma lúcida. "A democracia é apenas a substituição de alguns corruptos por muitos incompetentes."
George Bernard Shaw
Saudações !!!
 
Paulo Cezar em 07/06/2013 15:06:11
Só me resta dizer: Parabéns, Claudio Arantes! Pela coragem e pela clareza! aplausos!
 
Magda Correa em 07/06/2013 14:45:03
Índio será aquele, e tão somente aquele, que ainda viver como sílvícola...esse que vota, tem carteira de trabalho, CPF e RG, não vive mais da terra...esse deve ser tratado como todos, como eu, como você que está lendo, como o comerciante como os parlamentares e todos os outros... Porque se eles que são igual a nós podem invadir e saquear...todos o que é dos outros...nós também podemos!! Será que é assim? Índio não produz, mas come...Eles já tem terra demais, que fique por lá!!!
 
Cássia Fátima de Emílio em 07/06/2013 14:13:28
Como se produz? A resposta é fácil. COM MUITO TRABALHO, DISCIPLINA E DETERMINAÇÃO. Os produtores rurais, são trabalhadores, disciplinados e determinados, por isso o Brasil é farto, tem comida em abundância, tem um PIB bom. Mas, e o Governo o que faz para garantir essa situação? Nada! DÁ O TÍTULO, depois quando da divisão do Estado do MT, RATIFICOU o título, posteriormente exigiu a RATIFICAÇÃO dos 150 km de fronteira... e agora vem dizer que a terra é dos índios? Será que o produtor é palhaço? Ou será que terão que parar de produzir? Ou será que o governo visa desestabilizar o setor produtivo para instalar um comunismo? Como as respostas não virão, é melhor que todos reflitamos sobre a situação. Hoje o índio com RG e CPF é cidadão brasileiro e como tal deve ser tratado...não como índio!
 
Cássia Fátima de Emílio em 07/06/2013 14:08:07
Façamos as contas...há 513 anos atrás o Brasil foi "descoberto" e a partir desta data foi colonizado... há 114 anos atrás surgiu Campo Grande, outras cidades do interior há muito mais tempo... Tudo isso um dia FOI do índio, frizemos, FOI do índio, isso porque o Governo Federal em um determinado momento deu o título de propriedade para alguém (produtor rural), esse alguém para se manter na propriedade e na posse de SUAS terra deve produzir, essa produção deve alcançar índices de produtividade estipulados por esse MESMO GOVERNO que titularizou as terra, caso isso não ocorra a área é considerada improdutiva e desapropriada. Além da produtiva, deverá também a terra atender à sua função social...E, a pergunta é: como se faz tudo isso? Como se paga impostos? Como se atende à função social?
 
Cássia Fátima de Emílio em 07/06/2013 14:00:02
Uma coisa é ter direito e reinvindicá-lo de forma legítima, ordeira e realmente respeitável. O que esses BANDIDOS desses índios estão fazendo, certamente comandados por forças estranhas que não tem a coragem de aparecer, é ilegal, desordeiro, imoral e não merece respeito de ninguém. Os fazendeiros devem defender as suas posses, inclusive armados, pois a Constituição Federal (artigo 5.º, XXII) e o Código Civil (artigo 1.210, parágrafo 1.º) lhes dão esse direito.
 
OSNOFA ZACOV em 07/06/2013 13:48:21
Bom, considerando a minha origem Guaraní, deveria apoiar mais aos índios do que aos fazendeiros, mas não consigo aprovar nenhum tipo de injustiça, especialmente quando defendidas passionalmente e não racionalmente, o índio é vítima, sim, sem dúvida, mas não é o produtor rural o seu algoz, este índio articulado na linha de frente de uma batalha campal é um mero instrumento usado por instituições/organismos com interesses escusos, poucos sabem quem são e o que realmente desejam. A quem interessa a desordem e o caos? Quem pode se beneficiar das incertezas políticas, sociais e possíveis quebras na produção de alimentos/comodities pelo agronegócio brasileiro? E o produtor rural, é mesmo o vilão malvado que expulsou os desprotegidos peles vermelhas desuas terras? Sabemos que não, houve um tempo, muito recentemente, em que o produtor rural era o maior aliado e empregador da população indígena que prefere o trabalho como sua fonte de renda, aquele sujeito que vende sua alma por um benefício (?) social (bolsa/cesta básica/esmola) abre mão do direito de crescimento, prostra-se diante da mão que os alimenta e definha, ademais, ninguém quer confusão com vizinho, ainda mais se esse vizinho é facilmente manipulável ou doutrinado, atendendo à ofertas e promessas impossíveis de serem cumpridas, feitas por manipuladores , já passou da hora do cidadão brasileiro indígena parar de aceitar espelhinhos e tomar posse de sua cidadania, independente de etnia, afinal quase todos nós, até mesmo entre os fazendeiros, temos sangue índio correndo nas veias, ser cidadão brasileiro é lutar por igualdade e direitos, mas é também se sujeitar aos deveres, afinal o índio tem até alguns atenuantes e mais defensores. O índio verdadeiro tem antes de tudo caráter e não quer derramar nem seu sangue nem o de outros em briga por terras. O Governo faz vista grossa, deixa que as partes se destruam, pois vai sobrar menos gente para atender e contentar. Recursos existem de sobra pra resolver essa guerra desnecessária onde todos perdemos, está faltando é decência e boa vontade por parte dos poderes constituídos, principalmente do poder executivo federal.
 
Claudio Arantes em 07/06/2013 13:27:02
um absurdo o que anda acontecendo, eu se quero alguma coisa tenho que trabalhar nao preciso tomar nada de ninguem, se esta moda de invadir pegar estamos todos perdidos
 
samuel david em 07/06/2013 12:22:57
É fácil entrar numa propriedade que está com o pasto formado, a casa mobiliada, o gado gordo a plantação pronta e chamar de sua. Só que tudo isso não foi de um dia para o outro, isso foi construído com o suor do proprietário, foram anos pra construir a casa, dias salgando o cocho para o gado engordar, anos tratando o pasto pra ele crescer, dias fazendo e refazendo cerca para dividir o gado, vacinando boi por boi no brete, mantendo espaços na fazenda que foram gerações passadas que construíram para chegar um dia e sua fazenda ser invadida por um monte de gente dizendo que aquilo td ali são deles, pessoas ateando fogo num patrimônio que vc demorou para construir. E vc sendo obrigado a sair da sua casa.
Onde vamos parar com tamanha baderna??? DEIXEM O PRODUTOR RURAL TRABALHAR !!!!!!!!!!!
 
Maria Amélia em 07/06/2013 11:58:08
Ouvi dizer que o próximo lugar reivindicado pelos índios é o Copacabana Palace porque como se sabe quando os portugueses chegaram ao país os índios habitavam o Rio de Janeiro e dizem que a área aonde hoje esta o referido hotel era território indígena logo sera invadido... Palhaçada isso não produzem nada não ajudam em nada na economia e ha muito já estão mais adaptados a cultura do homem branco do q a sua própria...
 
Paulo Pedra em 07/06/2013 11:45:42
Então este estado de desordem , desobediencia de ordem judicial, baderna, agressões, morte , ontem tivemos uma colega ameaçada pelos acampados na UFMS, estava com seu filho no carro e foi cercada, ameaçada, desreipeitada no seu direito de ir e vir, será que não poderia ser evitado?
Ja esqueceram daquela pessoa que os indios praticamente esquartejaram viva , onde os policiais que foram atender não tinham nem condição de pegar na pessoa, tamanha violencia, estas imagens correram o mundo e nada foi feito, ninguem lembra mais.
Agora o que mais incomada e ver que ninguem do poder que tem poder de resolver isto não se manisfesta, como se estivesse tudo bem.
Os baderneiros tão se achando, eles podem tudo !!!
Onde isso vai parar ?
Como isso vai, ou ja está prejudicando o estado ?
 
Lizeti Aparecida Zanineli em 07/06/2013 11:29:30
Pois é, se formos dar o que era dos índios, teremos q sair do país, pois o BRASIL inteiro era deles!!!!!!! E aí????
 
Roziene Mello em 07/06/2013 11:24:56
"A reintegração de posse culminou na morte do terena Oziel Gabriel, de 35 anos.""
porque nao diz que tambem houve a destruição de uma residencia!!!

 
Joao Carlos em 07/06/2013 11:10:16
Engraçado alguns comentários na reportagem:[...] "nos altos da avenida Afonso Pena, que foi tomado por caminhonetes".[...] "A manifestação dos fazendeiros terá carreata e cavalgada"[...] "A herdeira de Bacha afima que os fazendeiros são vítimas de descaso. “Já pensou se o meu pai tivesse só aquilo para sobreviver?"[...]"Ele é dono da fazenda há 30 anos. “Já é a quinta geração da família”" esse é o lado dos produtores rurais..... e das classes discriminadas os comentários são [...] "passeata dos movimentos sociais, que caminharam 50 km de Anhanduí à Capital [...]"A marcha dos sem-terra"[...] e ainda querem massacrar quem sempre está perdendo? Reflitam... a história está visível em nossos cotidianos. Os indígenas querem o que sempre foi deles,mas tomaram a 500 anos.
 
Cris Brito em 07/06/2013 10:58:24
Que saudades de 1.964! Naquele tempo o Exército Brasileiro colocou as coisas em ordem diante da desordem que reinava. Nos dias atuais, observamos que a baderna voltou a tirar a paz dos brasileiros, será que não estaria na hora de pedir socorro as forças armadas para restaurar a ordem e fazer valer a constituição?
 
ademir gomes em 07/06/2013 10:02:38
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