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Capital

Contra crimes, PM vai reforçar policiamento perto de caixas eletrônicos

Por Francisco Júnior e Wendell Reis | 15/02/2012 11:58

Nesta semana, bandidos tentaram explodir caixa eletrônicos. Em Ribas do Rio Pardo, banco foi assaltado

Comandante durante solenidade no Comando-Geral. (Foto: Marlon Ganassin)
Comandante durante solenidade no Comando-Geral. (Foto: Marlon Ganassin)

O comandante da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, Carlos Alberto David dos Santos, disse que todas as forças de seguranças estão empenhadas em prender essas quadrilhas de assaltantes de caixa eletrônicos e bancos que vem agindo em Mato Grosso do Sul. Segundo ele, o policiamento perto dos caixas eletrônicos vai ser reforçado.

De acordo com o coronel, os grupos são de outros estados. Ontem (14), homens armados assaltaram uma agência do Banco do Brasil no município de Ribas do Rio Pardo. Os bandidos fugiram levando todo o dinheiro que havia na agência, cerca de R$ 250 mil.

Ainda nesta terça-feira, em Campo Grande, três homens invadiram uma farmácia na avenida dos Cafezais, no Jardim das Macaúbas, para arrombar um caixa eletrônico 24h que funciona dentro do estabelecimento comercial.

No último dia 30, bandidos explodiram um caixa eletrônico do Banco do Brasil que fica em um posto de gasolina, no cruzamento da avenida Ernesto Geisel com a Manoel da Costa Lima, bairro Nova Bandeirantes. Na semana anterior, outro caixa eletrônico foi alvo de bandidos em Terenos. Eles tentaram explodir o equipamento que fica dentro do prédio da prefeitura.

O comandante disse que o policiamento será intensificado nos locais onde há terminais eletrônicos de bancos com objetivo de coibir esse tipo de crime.

Com relação à ação dos bandidos no caixa eletrônico da farmácia que fica no Jardim das Macaúbas, o coronel afirmou que o assalto foi praticado por amadores. “Eles nem sabiam como desarmar o sistema de segurança”.

Coronel Carlos Alberto David comentou ainda a decisão de alguns bancos de retirarem as portas giratórias das agências. “ Essas instituições acabam tomando essas atitudes sem consultar as instituições de segurança pública. A intervenção individual interpõe ao interesse público”, afirmou.

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