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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

27/06/2013 11:13

Polícia nega dossiê e ouviu 4 pessoas sobre morte de Paulo Magalhães

Ângela Kempfer e Luciana Brazil
Crime ocorreu na rua Alagoas, na terça-feira passada.Crime ocorreu na rua Alagoas, na terça-feira passada.

O delegado Edilson dos Santos Silva, da Delegacia Especializada em Homicídios, ouviu nas últimas horas quatro pessoas que tinham ligação com o delegado aposentado Paulo Magalhães, assassinado na última terça-feira.

Um dos depoimentos, na manhã de hoje, foi o da esposa da vítima, a defensora pública aposentada Cláudia Maria Rodrigues de Brito. A Polícia Civil não dá detalhes sobre a investigação, não identifica as outras 3 pessoas ouvidas, nem o que elas disseram sobre o caso.

O delegado também nega que exista algum dossiê, elaborado por Paulo Magalhães, que teria sido distribuído aos amigos por conta do risco de morte. “Isso é conversa fiada”, resumiu Edilson sobre informações repassadas ontem por colegas do delegado aposentado, durante o velório.

Já estão com a Polícia desde o dia do crime, imagens do circuito de segurança de uma loja de roupas infantis que fica ao lado da escola Feliz Idade, onde Paulo Magalhães estava à espera da filha, no momento da execução.

O vídeo mostra a movimentação na rua Alagoas, no horário de encerramento das aulas, mas segundo o delegado, não é muito esclarecedor. Além da execução ter ocorrido no fim da tarde, chovia no momento, o que dificulta a identificação de suspeitos. Uma motocicleta aparece no vídeo, “mas não dá para saber ainda se é a dos assassinos”, explica.

O diretor-geral da Polícia Civil, Jorge Hazanauskas, também comentou o crime na manhã desta quinta, durante incineração de drogas em Campo Grande.

Ele avalia que é “difícil saber se a execução era algo pessoal, porque agora ele (Paulo Magalhães) não estava envolvido em nenhuma investigação”.

Sobre a segurança em Campo Grande, o diretor da DGPC assegurou à população que a cidade não vai se tornar um lugar violento como municípios na fronteira com o Paraguai.



Muito antes de me mudar para este Estado, que adoro, ouvia dizer, lá pela década de 80, que aqui não havia lei, o que imperava era a lei do 38, que a população era violenta, etc.
Hoje a realidade é bem outra, povo ordeiro, trabalhador. Porém, parece que o coronelismo ainda impera, não na forma de truculentos fazendeiros, mas representados por políticos ladrões e membros do poder judiciário com relações muito suspeitas.
 
Ricardo Grião em 28/06/2013 13:46:41
Caríssimos.

Dá pra acreditar que a policia investigando ela "mesma" Vai chegar a algum resultado? ou encontrar os culpados?
 
Edevanir Basilio em 28/06/2013 09:33:17
Deve ter muita gente tremendo na base sobre este dossiê. kkkk Espero que seja mesmo verdade este dossiê, assim...muito vagabundo vai pagar pelo o que fez!!!
 
SIDNEI MENESES AQUINO em 28/06/2013 06:06:37
Esperamos que não seja mais um crime impune em Campo Grande, pois sobre o dono do jornal já morreu o assunto, do cara do jogo do bicho em frente a outra escola nem se fala mais, do policial que foi morto no posto de gasolina morreu o assunto, engraçado, será que nenhuma autoridade vai ter coragem de tomar a cara sobre isso, ou será que tem medo de mostrar serviço e ser o próximo?
 
Marcos Ferraz em 27/06/2013 19:56:46
Hum, já estão negando a existência do dossiê, sei não hein, acho que é mais uma investigação que não vai dar em nada, infelizmente.
 
Mathias Hanns em 27/06/2013 14:18:42
"... E os corruptos cairão..."
 
Thiago Reis em 27/06/2013 13:51:35
Concordo com o diretor da DGPC ... Campo Grande não vai se tornar um lugar violento como municípios na fronteira com o Paraguai... ELA JÁ É UMA CIDADE VIOLENTA!!! basta ver as notícias diárias .... ou será que temos segurança para sair às ruas, principalmente à noite???
 
Paulo Porto em 27/06/2013 12:59:51
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