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Campo Grande, Terça-feira, 23 de Janeiro de 2018

26/09/2012 11:29

Prefeitura cancela licença de operação de oito torres de telefonia celular

Paula Maciulevicius
Entre os cancelamentos, estão as licenças das operadoras de telefonia celular próximas ao presídio de Segurança Máxima. (Foto: Minamar Júnior)Entre os cancelamentos, estão as licenças das operadoras de telefonia celular próximas ao presídio de Segurança Máxima. (Foto: Minamar Júnior)

Em cima da legislação estadual que impede a instalação de equipamentos de transmissão de telefonia celular em áreas públicas e a uma distância de 30 metros de edificações e áreas de acesso e grande circulação, a Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) cancelou a licença de operação de oito torres de telefonia celular.

Entre os cancelamentos, estão as licenças das operadoras de telefonia celular próximas ao presídio de Segurança Máxima, em Campo Grande. Decisão que foi tomada no final do mês de agosto.

De acordo com a legislação de 2007, foi dado o prazo de seis meses para que as operadoras se adequassem. A fiscalização das torres de telefonia, pela Semadur, teve início no final do ano passado. Das 284 torres formalizadas, a prefeitura já fiscalizou 128.

Nesta terça-feira (25), a Vivo confirmou a retirada da torre que possui na região do complexo penitenciário da Capital. Representantes da empresa debateram o assunto em reunião com o secretário de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Jacini e com o diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), Deusdete Souza de Oliveira.

A operadora informou que para a retirada da estrutura será necessário um período para transferência do equipamento com a fiança de que a população possa continuar utilizando os serviços da operadora sem transtornos e garantindo o sinal a quem reside no entorno do presídio.

Os estudos mostram que a torre emite sinal potente e os equipamentos existentes no mercado para dificultar a comunicação, são apresentados de duas formas, um que fará uma “briga de sinais”, que nenhum outro equipamento existente no mercado pode fazer frente a ele e outro que tem valores muito altos, que atualmente tem custo superior a R$ 4 milhões, e que apenas um fabricante faz o fornecimento. Este equipamento tem a função de absorver o sinal e não dissipá-lo.



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