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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

17/05/2016 13:23

Roubo ao BB durou dez minutos e detector de metais estava desligado

Garras inicia investigação sobre ação de dupla em agência central do Banco do Brasil em Campo Grande

Waldemar Gonçalves e Amanda Bogo
Viatura do Garras na porta de agência do Banco do Brasil que foi assaltada nesta terça (Foto: Marcos Ermínio)Viatura do Garras na porta de agência do Banco do Brasil que foi assaltada nesta terça (Foto: Marcos Ermínio)
Delegado do Garras após as primeiras diligências dentro da agência do BB (Foto: Alcides Neto)Delegado do Garras após as primeiras diligências dentro da agência do BB (Foto: Alcides Neto)

Dez minutos. Foi o tempo que uma dupla vestida de terno, com crachás de funcionários, levou para entrar na principal agência do Banco do Brasil de Campo Grande, render quatro funcionários, sendo um segurança, abrir um cofre e fugir roubando quatro malotes.

O roubo foi por volta das 9h desta terça-feira (17). Era quase 13h quando o delegado-titular do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), Edilson dos Santos, deixou o local para falar com os jornalistas.

Segundo ele, o detector de metais estava desligado e os ladrões passaram direto pelo setor administrativo da agência. Inicialmente, falou-se em 50 minutos de ação dos bandidos dentro da agência bancária, mas o foco agora é identificar as falhas no sistema de segurança do prédio.

Até o fechamento deste texto, não havia pistas dos assaltantes, tampouco como eles conseguiram fugir. “Toda informação que tivermos a partir de agora será investigada”, disse o delegado, analisando que tem 30 dias para concluir o inquérito do caso.

Santos contou que os ladrões estavam armados com revólveres. Ao entrarem na agência, anunciaram o assalto, rendendo quatro funcionários, um deles da segurança.

Em seguida, seguiram para um cofre, que fica no térreo, onde pegaram quatro malotes. Os valores levados não foram revelados.

O delegado diz que este tipo de assalto tem sido comum no Brasil, mas é o primeiro em Mato Grosso do Sul. Equipes estão nas ruas da Capital em busca de informações sobre os assaltantes, enquanto um grupo de peritos trabalha no interior da agência, que não tem previsão de abrir nesta terça-feira.



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