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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

19/05/2013 11:34

Sindicato garante que greve da Policia Civil só é fraca em duas cidades

Jéssica Benitez

Para engrossar o movimento grevista da Polícia Civil, o presidente do Sinpol (Sindicato dos Policias Civis de Mato Grosso do Sul), Alexandre Barbosa, vai viajar por todo o Estado propagando a manifestação. O primeiro destino será Três Lagoas e em seguida Coxim, cidades que, segundo ele, foram as que menos aderiram à greve.

“Isso acontece porque os delegados pressionam o pessoal, dizem que vão cortar o ponto ou ameaçam abrir sindicância, mas vamos conscientizar o pessoal, pois para nós a greve é legal sim”, explicou Barbosa. Já na Capital o cenário é diferente, o presidente avalia como satisfatório o resultado destes três primeiros dias de paralisação.

Negociação – Amanhã será o dia “D” para a Polícia Civil. Segundo Alexandre, a categoria vai passar o dia investindo na negociação com o governo do Estado. Às 18h haverá assembleia geral em todos os municípios de forma simultânea para definir qual estratégia eles deverão seguir a partir de terça-feira.

O plano deve ser traçado conforme o que ocorrer durante o dia. Caso haja acordo a reunião servirá para possivelmene findar a greve, se a resposta do governo for negativa a assembleia decidirá os próximos passos da manifestação.

Inicialmente a proposta do governo era de reajuste de 5%, chegou a 7% e houve promoção dos policias da Classe dos Substitutos neste ano, o que faria o valor chegar a 28% (de R$ 2.361,21 para R$ 3.031,80), além de reajuste de 8% em 2014 e 12% em 2015.

O Estado também pretende estender a todos os policiais a etapa alimentação (benefício semelhante ao ticket alimentação), se compromete a aumentar o número de vagas para promoção de escrivães e investigadores, a fixar data para promoção anual em lista tríplice e a equiparar servidores DAP com os da segunda classe.

Puccinelli afirma que, caso a proposta não seja aceita, o reajuste a ser encaminhado para aprovação da Assembleia Legislativa permanecerá sendo o índice inicial apresentado à categoria, de 5%. Os policiais querem 25% de aumento e melhores condições de trabalho.

 



Alguma providencia tem de ser tomada com urgência, o que não pode é bandido ser preso em flagrante, e logo após ser solto, devido a esta greve. Este exemplo ocorreu em chapadão do Sul, a polícia militar prendeu um indivíduo em flagrante, e foi encaminhado à polícia civil, que logo após colocou o indivíduo em liberdade, para que possa dar continuidade em seu "trabalho" pelas ruas da cidade, isto é uma vergonha. O governo estadual tem que negociar urgentemente com a classe, pois se merecem um maior reajuste, tem de ser concedido, o que não pode, é continuar como está.
 
paulo lupato em 19/05/2013 14:01:07
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