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Campo Grande, Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018

23/01/2018 09:12

Suspeito de matar mulher a facadas pulou muros e telhados para fugir

A vítima, Katiuce Arguelho dos Santos, 31 anos, deixou seis filhos. No corpo dela foram encontrados seis ferimentos no braço direito, nove no esquerdo, dois no pescoço e um nas costas

Viviane Oliveira e Bruna Kaspary
Bruno Mendes é procurado pela polícia (Foto: reprodução/Facebook)Bruno Mendes é procurado pela polícia (Foto: reprodução/Facebook)
Sangue encontrado em casa onde ocorreu o crime (Foto: André Bittar) Sangue encontrado em casa onde ocorreu o crime (Foto: André Bittar)

Após matar a namorada com 18 facadas, Bruno Mendes de Oliveira, 29 anos, foi perseguido por moradores, mas conseguiu fugir pulando muros e telhados, de acordo com os vizinhos da Rua Internacional, no Bairro Santa Emília, em Campo Grande. Ele ainda não foi localizado pela polícia. Estima-se que o crime ocorreu por volta das 18h30 de ontem (22), mas a vítima foi encontrada morta às 20h30. 

Katiuce Arguelho dos Santos, 31 anos, deixou seis filhos. No corpo dela foram encontrados seis ferimentos no braço direito, nove no esquerdo, dois no pescoço e um nas costas.

Conforme moradores, que residem em frente onde ocorreu o crime, Bruno estava na casa quando a mulher foi localizada morta. “Ele saiu pulando os muros e os telhados das residências. Ainda acionei a polícia, mas ele percebeu e fugiu a tempo”, lamenta um idoso de 76 anos.

Segundo a testemunha, no último sábado (20), presenciou uma briga entre o casal. “Ele a prensou no muro da casa. Ela conseguiu escapar e fugir, mas ele foi atrás dela". Bruno, segundo a vizinhança, trabalhava como segurança. Não tem nenhum boletim de ocorrência registrado contra Bruno na Polícia Civil. 

O suspeito, conforme outra testemunha de 66 anos, alugou a casa há cerca de 6 meses. “Os dois chegaram a morar juntos por dois meses, depois a mulher se mudou. “Um dos filho dela até dormia na residência. Aparentemente a relação entre o casal era tranquila”.

O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Vila Piratininga e será investigado pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher).



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