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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

05/06/2014 19:57

Tarifa de ônibus deve ficar congelada e não ter reajuste em outubro

Alan Diógenes
O valor da passagem já teve duas reduções durante o ano passado.  (Foto: Divulgação) O valor da passagem já teve duas reduções durante o ano passado. (Foto: Divulgação)

As tarifas do transporte público de Campo Grande podem não ter reajuste em outubro, data base do setor, e ficar congelada em R$ 2,70 por mais um tempo. Segundo o diretor do Consórcio Guaicurus, João Rezende Filho, a empresa e a prefeitura estão trabalhando para manter este valor, que teve duas reduções durante o ano passado.

De acordo com João Rezende, não vai haver alteração no preço das passagens mesmo com o reajuste dos salários dos funcionários do setor, que deve ocorrer ainda este mês. As negociações começaram em maio deste ano e acabaram nesta quinta-feira (5) com o aumento salarial de 8%. A gratificação por melhor desempenho das atividades, que hoje representa 11% sobre o valor dos salários, será elevado a 13%, dependendo da produtividade do trabalhador.

“Assim que os funcionários fizeram a reivindicação, nós nos reunimos com representantes do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte Coletivo, e imediatamente acionamos a prefeitura de Campo Grande para resolver o problema”, destacou.

João Rezende informou que tanto o Consórcio Guaicurus, como a prefeitura e o sindicato, também irão trabalhar para evitar o aumento da passagem de ônibus em outubro deste ano. Outra mudança que pode ser feita, se refere à gratuidade da passagem para idosos, deficientes físicos e estudantes. Atualmente quem arca com o valor do serviço são os usuários pagantes, o que deverá acabar a partir da data.

Segundo Rezende, o investimento para o aumento dos salários dos funcionários do transporte coletivo será liberado pela prefeitura da Capital. O Consórcio Guaicurus fará apenas o direcionamento da verba para o reajuste salarial.

A tarifa do trasporte público, que antes era de R$ 2,85; caiu para R$ 2,75 em junho do ano passado, quando a presidente Dilma Rousseff (PT) atendendo a reivindicação da população brasileira, que foi para as ruas pedir a redução de R$ 0,20; fez a isenção do PIS e Cofins do valor das passagens. Em outubro do mesmo ano, a tarifa caiu novamente para R$ 2,70 devido a isenção do ISS (Imposto Sobre Serviços) sobre o valor, que foi concedido pela prefeitura e pela Câmara de vereadores.

 

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