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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

04/12/2014 11:07

Com funcionários em greve, Enersul promete tentar "consenso de forma incansável"

Concessionária diz que população não será prejudicada

Paulo Fernandes
Enersul e funcionários ainda não entraram em acordo (foto: divulgação)Enersul e funcionários ainda não entraram em acordo (foto: divulgação)

Com os funcionários em greve, a concessionária Energisa/Enersul afirmou que tem feito esforços em busca do equilíbrio econômico-financeiro, retomada dos investimentos e melhoria das condições de trabalho e que irá tentar, “de forma incasável”, entrar em acordo com os trabalhadores. Os funcionários entraram em greve por melhores salários e manuteção de direitos.

De acordo com a Enersul, as negociações para o Acordo Coletivo de Trabalho tiveram início no último dia 12, seguidas por outras quatro reuniões e que avanços foram obtidos, apesar de até o momento não ter sido possível chegar a um acordo definitivo. “A Enersul/Energisa busca a melhor solução para atender funcionários, equilibrar investimentos e garantir o fornecimento dos serviços aos consumidores de todo o Estado”, afirmou a empresa.

A concessionária também garantiu que os serviços à população serão mantidos, com menor impacto possível, e disse esperar que o Sinergia-MS (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria e Comércio de Energia) atenda ao disposto na Lei 7.783/89, garantindo o número de funcionários necessário ao atendimento dos serviços essenciais à população.

A greve - Quase 1.000 funcionários da concessionária Energisa/Enersul em todo Estado entraram em greve nesta quinta-feira (4). Uma grande parte deles está concentrada em frente ao prédio da empresa.

A paralisação tem tempo determinado de dois dias, hoje (4) e amanhã (5), mas caso as negociações não avancem a greve pode ser estendida por tempo indeterminado, segundo os sindicalistas.

O Sinergia-MS representa os 3 mil funcionários que atendem a Enersul, sendo 1.100 funcionários da empresa. Os outros são os terceirizados, que não estão em greve. Seguindo a determinação legal, 30% dos funcionários da concessionária permanecem trabalhando.

A greve é para manter as conquistas da categoria, como ticket alimentação, e garantir ganho real (reajuste salarial acima da inflação) aos funcionários.



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