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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

26/10/2015 17:59

Comitê lista 17 pessoas em inquérito que apura crimes na Ditadura em MS

Michel Faustino

Relatório do CMVJ-MS (Comitê Memória Verdade e Justiça de Mato Grosso do Sul) encaminhado ao Ministério Público Federal, na sexta-feira (23), relacionou o nome de 17 pessoas, entre vítimas e testemunhas, que tiveram os seus direitos ou de familiares violados por agentes do Estado na região de Campo Grande no período de 1946 a 1988, que compreende o da ditadura militar.

De acordo como oficio, em Mato Grosso do Sul há registros de violações no período referido, como os casos do Navio-Prisão de Corumbá, das populações indígenas do sul e da região do Pantanal, do Povoado de São Carlos (Caracol), entre outros.

O pedido de investigação do Comitê ocorreu há aproximadamente dois anos, e foi acatado pela procuradora da República, Danilce Vanessa Arte Ortiz Camy, que autorizou a abertura de inquérito.

Segundo o ambientalista Haroldo Boralho, uma das vítimas da ditadura em Mato Grosso do Sul, a decisão é uma vitória parcial da luta pelo direito à memória, verdade e justiça em Mato Grosso do Sul, que reforça a busca pela reparação e, mais ainda, a consciência democrática, ainda mais nestes tempos em que as conquistas democráticas correm perigo.

Por não ter sido vítima de tortura e nem ter sido preso, e somente alvo de perseguição, Boralho considera o seu caso mais periférico, no entanto, relata que muita gente não teve a mesma “sorte”. “Eu fui vítima por 20 anos vítima de perseguição e tive que ser despedido da loja do meu próprio pai por conta da pressão que ele sofria. Por conta disso eu perdi todo esse período de carteira assinada e fiquei impossibilitado de me aposentar por tempo de serviço”, disse.

O ambientalista espera que o processo de investigação seja ágil e que todas as barbáries ocorridas na época possam ser esclarecidas.

“Agora com essa investigação a gente espera que a coisa ande e que a gente consiga alguma coisa, principalmente uma retratação a todos que sofreram com a ditadura”, finaliza.

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Minha nossa não vão parar de dar dinheiro pro pessoal da ditadura nunca, chega né, quem sofreu de fato já tá morto, as famílias que tiveram uma vida boa, já mamando no Estado. Nunca levaram um beliscão de ninguém e vão ficar recebendo dinheiro de um Estado que tá falido, chega, é MST, é desempregado, é Sem Teto, é o PT inteiro mamando e agora vamos dar mais dinheiro para os "parentes" de "vitimas" da ditadura?
 
Max em 27/10/2015 08:26:37
Ditadura ???
Que ditadura que existiu no Brasil?, O que houve foi uma intervenção militar, pois o "Entulho" Vargas queria implantar o comunismo no Brasil (como quer hoje os PeTebas), e os militares vendo isso interviram, e outra, o Brasil já contava com 100 milhões de habitantes e se tem registro do desaparecimento de apenas 400 pessoas durante a "ditadura" brasileira, sendo que na Argentina houve uma intervenção militar de menos tempo que a do Brasil e desapareceram mais de 6 mil pessoas, e com um detalhe, hoje que a argentina foi atingir 40 milhões de habitantes.

E outra, foi os militares da "ditadura" brasileira que construíram as rodovias no BRasil, as linhas férreas, as universidades federais, os hospitais, a Embrapa, a Fundação Osvaldo Cruz, o Instituo Butantan, etc. Refrita.
 
wild em 27/10/2015 00:48:38
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