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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

08/09/2015 11:31

Deputado quer blindagem de parabrisas de viaturas da polícia de MS

Luana Rodrigues
Tanto parabrisas de viaturas da PM, quanto da PC seriam blinadados. (Foto: Marcos Ermínio)Tanto parabrisas de viaturas da PM, quanto da PC seriam blinadados. (Foto: Marcos Ermínio)

Um projeto de lei que está tramitando na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, propõe que todos os parabrisas dianteiros das viaturas da polícia do Estado sejam revestidos de blindagem. O projeto é uma proposição deputado estadual Pedro Kemp(PT).

"A proposta que passamos à análise do parlamento sul-mato-grossense foi encaminhada pelo Sinpol( Sindicato dos Policiais Civis) de nosso Estado, que reivindica o aperfeiçoamento da legislação para garantir maior segurança dos trabalhadores da polícia civil e militar", disse o deputado.

Ainda conforme Kemp, o trabalho dos policiais é considerado uma atividade de alto risco e é dever do Estado dispor de todo o aperfeiçoamento das táticas de ação e dos instrumentos tecnológicos para que possa reduzir o risco de qualquer lesão à saúde do servidor da segurança pública.

Depois de ser submetido aos deputados na Assembleia Legislativa, se aprovado, o projeto deverá ser avaliado pelo Governo do Estado.

Faltam viaturas -Levantamento feito pela ACS (Associação de Cabos e Soldados) aponta um déficit de 554 veículos para atender a polícia, sendo 329 automóveis e 225 motos. Atualmente, segundo informações passadas pelo setor de logística da PM, a corporação conta com 549 motos e 933 carros.

Uma licitação para locação de viaturas pelo governo estadual está em andamento desde o início de agosto. De acordo com a assessoria da SAD (Secretaria Estadual de Administração e Desburocratização), esta licitação foi suspensa pelo TCE (Tribunal de Contas Estadual), em função de um recurso de uma das empresas que participa do certame, mas que se espera que, nesta semana, tenha novidades sobre o assunto.

O secretário estadual de Administração, Carlos Alberto Assis, já havia declarado que esta situação ocorreu por um erro da própria empresa CS Brasil Transportes de Passageiros e Serviços Ambientais Ltda, que não enviou os documentos para participar do pregão eletrônico.

Já a empresa alega que entregou todos os documentos e que encaminhou, por meio eletrônico, as propostas no dia 25 de junho, no entanto diz que houve falha no sistema de propostas e por isso a sua não foi analisada.

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