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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

30/08/2013 08:25

Dia de Luta deixa 400 mil alunos sem aulas e tem protestos na Capital

Edivaldo Bitencourt e Evelyn Souza
Trabalhadores e sindicalistas fazem protesto em frente da Enersul (Foto: Evelyn Souza)Trabalhadores e sindicalistas fazem protesto em frente da Enersul (Foto: Evelyn Souza)
Escola no bairro Moreninhas, fechada. (Foto: Simão Nogueira)Escola no bairro Moreninhas, fechada. (Foto: Simão Nogueira)

O Dia Nacional de Manifestações e Luta deixou cerca de 400 mil estudantes sem aulas na rede pública em Mato Grosso do Sul. Enquanto atos paralisam ônibus e bloqueiam vias em sete capitais, a situação é restrita a uma manifestação na Avenida Gury Marques, na saída para São Paulo, em Campo Grande.

No Estado, a mobilização maior reúne os professores da rede estadual, que suspenderam as aulas em 100% das escolas estaduais, segundo o presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação), Roberto Magno Botarelli. Ele estima que a adesão atinge também 100% das escolas públicas municipais de Campo Grande.

O movimento reúne, neste momento, cerca de 100 representantes dos sindicatos dos trabalhadores da Construção Civil, dos Bancários, dos Eletricitários, da educação (Fetems e ACP) e da CUT (Central Única dos Trabalhadores). Cerca de 100 pessoas estão concentradas em frente a sede da Enersul (Empresa Energética de Mato Grosso do Sul).

Os trabalhadores protestam contra a aprovação do Projeto de Lei 4.330, que regulamenta o serviços terceirizados no País, a jornada de trabalho de 40 horas semanais sem redução dos salários, investimento de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) em educação, entre outros itens.

Sobre a terceirização, os sindicalistas argumentam que ela será prejudicial ao trabalhador, porque acaba com o vínculo entre o empregado e a empresa. As responsabilidades passarão a ser da terceirizada e devem reduzir benefícios, como plano de saúde.

Após o ato na Gury Marques, o grupo seguirá em carreata até o Centro da Capital. Eles vão se concentrar na Rua 7 de Setembro, em frente à ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública) e vão distribuir panfletos na esquina com a rua Rui Barbosa.

No País, a mobilização tem paralisação do transporte coletivo em sete capitais. Houve confronto entre os trabalhadores e a Polícia Militar em Fortaleza (CE). 

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A LUTA É PARA MELHORAR A SITUAÇAO DA EDUCAÇÃO EM NOSSO PAIS.
NOS PROFESSORES SOMOS O PRIMEIRO PASSO DE DEMOCRACIA PARA NOSSAS CRIANÇAS, PENSAMOS PARA MELHORAR A VIDA DOS OUTROS ANTES MESMO DA NOSSA. COMO SEMPRE ALGUNS SEMPRE ACHAM QUE ESTA BOM, MAS TEMOS QUE PENSAR NAQUELES COLEGAS QUE NAS REGIÕES NORTE E NORDESTE PRATICAMENTE FAZEM UM TRABALHO ESCRAVO, RECEBENDO POR UMA JORNADA ESTAFANTE. SEMPRE TBM TEM OS QUE TEM MEDO DE SER MANDADO EMBORA POR SER CONTRATADO, ALEM DOS COVARDES.
 
ELTON NOGUEIRA MAXIMO em 30/08/2013 14:42:58
A paralisação não foi imposta, depende da consciência de cada um. Eu não estou satisfeita com a situação dos trabalhadores em geral. Nós educadores não devemos ser egoístas e acomodados e achar que não temos "nada a ver" com a PARALISAÇÃO NACIONAL. O sofrimento é de todos os assalariados.
 
zelia aguiar em 30/08/2013 13:19:44
Eu sou a favor da terceirização dos serviços de Agente de merenda e limpeza das escolas,
só assim pra garantir m serviço de qualidades,pois os funcionários das escolas faltam muito ,vivem de licença de saude e qdo o serviço aperta readaptam de função.Só terceirizando esses serviços é que a escola vai contar com esses serviços com qualidades.
 
Olivia Pereira em 30/08/2013 12:42:01
Muito bom seu comentário Sr.Márcio,pena que nem todos pensam assim,acabando por nossos filhos sofrerem com isso,assim dificultando ainda mais o Ensino.E viva o futuro dos nosso jovens!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
RAISSA VIEIRA em 30/08/2013 12:41:32
QUANDO QUE ESSAS AULAS SERÃO REPOSTA? O SINDICATO VAI PAGAR ESSAS AULAS? MEU POVO ACORDA PARA A REALIDADE E VAMOS TRABALHAR.
 
FABIO DE MELO em 30/08/2013 11:54:40
Não é verdade que a paralisação atinge 100% das escolas, algumas como a Escola Estadual Adventor Divino de Almeida estão funcionando normalmente.
Sou professor e essa greve foi IMPOSTA a boa parte dos profissionais. Eu gostaria de estar trabalhando hoje e não posso.
Boa parte do que se pede nessa manifestação só interessa aos sindicatos, que não representam boa parte dos professores.
A FETEMS e a ACP queriam que todos os professores hoje fossem as 4 da madrugada para os estacionamentos das empresas de transporte coletivo e nos jogássemos na rua para impedir a saída dos veículos.
 
Marco Aurélio Marques em 30/08/2013 10:30:53
Se os professores fossem valorizados como merecem ser, não estariam 400 mil alunos sem aula.
 
Kelly Oliveira em 30/08/2013 10:18:43
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