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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

11/07/2013 19:31

Em protesto contra as demarcações, abates ficarão suspensos por 1 mês

Mariana Lopes

Em protesto contra as demarcações das terras indígenas em Mato Grosso do Sul, produtores rurais do Estado se organizam para ficar sem abater gados durante um mês, no período de 20 de agosto e 20 de setembro. O movimento, intitulado Semana da Dependência, pretende chamar a atenção também para a prorrogação de dívidas.

O movimento é encabeçado pelo pecuarista de Dourados Glauco Mascarenhas, 20 anos, e pretende suspender o fornecimento de alimentos para alertar a população a uma série de problemas que acontece no campo.

Segundo Mascarenhas, produtores rurais do todo o País já aderiram ao movimento, que ganhou força através das redes sociais. O pecuarista acredita que a paralisação irá acontecer mesmo que não tenha o apoio de 100% da categoria rural e que o movimento irá causar um impacto político e econômico considerável.

De acordo com o presidente do Sindicato Rural de MS, Oscar Stucrck, os produtores sindicalizados devem se reunir na próxima semana para decidirem se vão aderir ou não ao movimento. “É uma experiência inusitada, ainda não sabemos se vamos parar de abater o gado, mas de qualquer forma, apoiamos o movimento”, afirma.

Sobre o impacto que a paralisação por provocar em Mato Grosso do Sul, o presidente do Sindicato frisa que nunca ocorreu um movimento como este, então é difícil precisar, mas acredita que pode ter consequências graves. “Vai faltar carne no mercado, então o Estado terá que trazer de fora, então neste período deve subir o preço, e depois deste mês, quando todos os produtores voltarem a abater o gado, o preço da carne vai cair”, explica.

Contudo, ele apoia o objetivo do movimento. “O que a categoria rural quer é mostrar à população o que vai acontecer quando demarcarem as terras e não haver mais gado para abater. Por enquanto será um mês, imagina se for para sempre”, alerta Stucrck.

O presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Francisco Maia, criticou o movimento e disse que não foi procurado para discutir o assunto.

“Mas de qualquer forma, não concordo em fazer um movimento de cruzar os braços para desabastecer o mercado, tem que medir as consequências dessa paralisação. Já mostramos a nossa indignação, já fomos para a rua, será que vale tomar uma postura radical agora?”, pontua Maia.

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CERTÍSSIMO, PARABÉNS, tem que parar para essa nação brasileira acordar quem é que tem direitos são os trabalhadores, que com seu suor e conquistas e não os invasores de propriedade alheia, que são cobras mandadas, por esses políticos corruptos dessa nação brasileira. OBRIGADA PELA AJUDA,VOCÊS ESTÃO AJUDANDO A MUDAR O PAÍS! AVANTE BRASILEIROS HONESTOS E TRABALHADORES!
 
Cilene Maia da Silva Coelho em 15/07/2013 11:18:57
Ao Sr. Chico Maia.
Radicalismo, é o terrorismo que os produtores rurais estão passando, vivendo sob clima de total insegurança jurídica e moral.
Radicalismo são propriedades escrituradas sendo invadidas, depredadas, incendiadas, e seus proprietários sendo obrigados a sair sob pressão psicológica.
Radicalismo, são anos, décadas de trabalho honesto e suor sendo desonrados.
São as esperanças que se perdem, histórias que são roubadas, lembranças que jamais serão resgatadas.
Mais radicalismo ainda é a complacência daqueles que deveriam estar ao lado do produtor neste momento, mas se preocupam mais com seus cargos e opinião pública.
 
Danilo Filho em 12/07/2013 15:16:49
Demorou para os produtores tomarem uma atitude, você tem tudo na mão, se vocês ficarem 6 meses sem produzir ninguém vai quebrar, agora se o pais ficar seis meses sem receber carne, o governo vai ficar louco.... unam-se e derrubem os índios que deveriam invadir terras do governo e não propriedades particulares e produtivas.
 
Moacir Cafaro em 12/07/2013 08:54:19
O PRESIDENTE DA ACRISSUL AMARELOU.
NÃO PODEMOS CRUZAR OS BRAÇOS. TEMOS QUE NOS UNIR E LUTAR POR NOSSOS DIREITOS.. RESPEITO AO PRODUTOR RURAL, RESPEITO A PROPRIEDADE.
 
ELIANE DE OLIVEIRA VARGAS em 12/07/2013 08:50:10
É uma ótima ideia de um jovem com apenas 20 anos. Espero que os pecuaristas reflitam sobre isso e tenham "o saco roxo" para acompanhar este menino. Parabéns ao Glauco.
 
Tomas Paschoalin em 12/07/2013 08:39:58
Não há necessidade de se fazer isso, pois todos sabem que os índios não irão plantar e muito menos criar gado. Interessante o número 20. 20 de agosto, 20 de setembro e o líder tem 20 anos, já está mais que chamada a atenção.
 
adalto de oliveira dias em 12/07/2013 07:41:23
Isso será muito bom, + ainda será pouco pois o que o governo federal esta demonstrando
em relação a esta onda de invasões, simplesmente não esta nem ai !

Atenção PIB ou melhor atenção PRODUTOR RURAL . Se não vai no amor, vai na dor
 
Marcio Margatto em 11/07/2013 23:14:35
Parabéns ao movimento. Quem sabe assim passem a dar valor as justas reivindicações da classe produtora. "Do campo nascem cidades; E das cidades podem nascer os campos???".
 
Pedro Navarro Correia em 11/07/2013 22:26:58
Até que enfim produtores, se unindo por uma causa e mostrando para sociedade quem produz carne , quem apoia índio que coma quinoa do Chile!!!
 
daniel duraes em 11/07/2013 22:04:58
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