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Campo Grande, Domingo, 19 de Agosto de 2018

04/08/2010 09:10

Família de advogado falecido doa 843 livros, em Maracaju

Redação

Em Maracaju, a 160 quilômetros de Campo Grande, os filhos e esposa do advogado Adersino Valensoela Gomes, falecido em dezembro de 2009, doaram ontem todo o acervo literário que pertencia a ele, com 843 exemplares, à biblioteca do município.

A entrega foi no gabinete do prefeito da cidade, Celso Vargas. O filho de Valensoela, jornalista e professor Adersino Junior, conta que a doação é uma forma de dar continuidade ao propósito de vida do pai, a busca incessante pelo conhecimento.

"Além de advogar mais de 25 anos no município, meu pai também foi membro fundador da Academia Maracajuense de Letras, juiz leigo, procurador municipal e vereador. Durante toda sua vida sempre buscou o conhecimento, colecionando um acervo literário de grande monta, que hoje a nossa família considerou justo dividir com toda sociedade maracajuense", diz.

Dentre os livros doados, há técnicos, de Direito, literatura geral, enciclopédias, coleções de matemática, culinária, de história geral, entre outros.

Participaram da solenidade de doação, a viúva Cecília de Fátima, filhos, Adersino Junior, Cecílio, Fernanda e Aline, advogado Odilon Mendes, procurador Jurídico Erimar Hildebrando, diretora de Cultura Vera Lia.

Adersino Valensoela Gomes, faleceu em 16 de dezembro do ano passado, aos 54 anos. Ele exerceu funções importantes no município, foi Procurador Jurídico do Município de 1989 a 1992 e de 1997 à 2008, advogado de carreira em Maracaju empossado em 2004, advogado militante desde 1985, foi Conciliador do Juizado Especial Adjunto Cível de 1997 a 2004 e Juiz Leigo da Comarca de Maracaju de 2004 até a data de seu falecimento.

Também foi foi Presidente da Associação da Vila Adriem, Presidente por dois mandatos da Seccional da OAB de Maracaju. Na vida pública foi vereador de 1983 a 1988, no período exerceu função de Secretário da Câmara e Vice Presidente. Também participou ativamente da Maçonaria inscrito na Loja Américo Carlos da Costa, desde 1983, ocupou cargos como orador, vigilante, tesoureiro, chanceler, também foi Procurador Eleitoral, obteve diversos diplomas de reconhecimento maçônico

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